sexta-feira, 4 de março de 2011

Dependência – destruidora de vidas


Cheguei em casa depois de mais uma noite de amor. Quando você encontra o amor que esperou toda uma vida, fica um bom tempo flutuando e tentando espalhar todo esse sentimento que não cabe dentro do seu peito para os demais. Mas, nem sempre os outros se contaminam com esse vírus ‘meloso do amor’.

A história de hoje, não teve um final feliz. Por mais que eu insista em dizer que o final para esses dois ainda não existiu. Como sou brasileira, tricolor e não desisto nunca, penso que de repente ainda exista um final feliz para eles.

Eles se conheceram muito jovens. Em pouco tempo ganharam um presente de Deus (um filho) e a pouca idade dos dois fizeram com que cometessem erros típicos de uma imaturidade “digamos normal” para a faixa etária. Conclusão: Durante sete anos, tentativas frustradas de idas e vindas ocorreram.

O cenário mudou. Os dois jovens cresceram e cada um viveu experiências, tiveram outras pessoas pelo caminho e se reencontraram outra vez.

Ela, agora não tinha mais 16 anos. Ela agora tinha 23 anos. Tinha deixado aquela menina para traz que havia ficado grávida do seu primeiro namorado, que havia perdido amigos, e, enfrentado muitos obstáculos. Olhando para traz, ela deu a volta por cima. Descobriu outras formas de amar, conheceu outros amigos, o sexo, à noite, o mundo de gente grande. Cometeu vários erros e acertos até se construir outra vez. No meio disso tudo, ela viveu emoções incríveis com um bebê que virou um grande rapaizinho.

Ele, agora, tinha 27 anos. Havia deixado para traz o ciúme e o sentimento de posse que um dia sentira por aquela menina que conhecera. Hoje, se encontra mais calmo e percebeu que sua vida não andou para frente e nem para traz: Se estagnou ao perder o amor que nunca mais encontrou em nenhum lugar, em nenhum outro coração. Ao invés de progredir, descobrir coisas novas, nosso amigo continuava a alimentar um amor não correspondido. Como se encontrava diferente em relação ao comportamento passado, ele, numa tentativa desesperada, se reencontrou com seu único amor e lhe pediu: “Volta para mim, por favor! Sem você não tenho vida. Faço tudo para ter você de volta, aceito qualquer coisa, mas volta para mim!”.

E, depois de dias conversando, apoio de tudo e todos, ela cedeu. Ela resolveu voltar. Não se sabe se por pressão, ou por uma nova proposta de comportamento de seu antigo amor. Viu aquele rapaizinho feliz por ver papai e mamãe juntos. Apesar da vida dela estar uma confusão de sentimentos e bem movimentada, ela resolveu aceitá-lo de volta.

Ele realmente mudou ao voltar para ela. Retomou a faculdade, começou a buscar emprego e participou da vida do filho como jamais havia feito. Mas ela não. Ela não se entregou e nem tentou de verdade. Mesmo morando junto, continuou como se estivesse solteira, fazendo o amado amargar momentos cruéis de solidão. Por medo de perdê-la outra vez, fechou os olhos para tudo que ele não gostava, para as atitude e insatisfações que ela manifestava. O medo de perder aquela última chance, o tornou dependente daquela menina-mulher. Ela se aproveitou disso e se acomodou. Ele passou a ser visto como um homem sem amor próprio, sem voz, que vive para seu amor e não com seu amor.

Até que ele cansou. Jogou tudo para o alto e ela, dessa vez, também explodiu. E, a separação aconteceu.

Ela voltou com ele por amor? Por pena? Ela deixou vícios e amizades nocivas para traz para tentar de verdade como ele estava fazendo? Não. Ele percebeu que antes de amá-la precisava se amar? Que amor não se pede? Que não existe amar por dois? Que não é legal se contentar com migalhas? Que dependência só traz sofrimento? Não...

Perdeu-se o respeito e o amor. Que amor? Será que esse sentimento doentio por ela era amor? Será que ela realmente o amou, tentou de verdade?

Não sei. Agora temos um problema com um rapaizinho que entende tudo e precisará de muito carinho e atenção para entender esse novo rompimento dos pais. Que de repente, não pensaram duas, três vezes antes de tomar uma decisão no calor do momento, que ela, ao aceitá-lo de volta esqueceu-se de pensar naquele rapaizinho, quando não tentou de verdade. E ao invés de conversarem e buscarem um entendimento sem atropelar um ao outro, jogaram tudo para o alto como um jovem casal de namorados e não como adultos que estavam morando juntos.

Conversas acontecerão. Mas, antes dela, espero que a razão e o coração participem de uma forma clara e justa. Para não haver mais mal entendidos.

Dependência não é legal. O amor é um complemento e não uma muleta.

Admirar o outro, é essencial para um relacionamento. O amor precisa de uma dose diária e não uma overdose de sentimentos diários e confusos.

O amor próprio vem primeiro.

Beijos

@ludfigueira

quinta-feira, 3 de março de 2011

Namorados


Eu disse: “Quer namorar comigo?”

Ele disse: “Quero!”

Foi assim. Ainda disse que ele teria que fazer o pedido, seguido de uma garrafa de mate com limão. Mas, depois de um tempo, achei que não precisava mais. Até porque o melhor da vida é quando somos surpreendidos, quando nossos planos tomam rumos inesperados e encontramos uma felicidade extrema. Com pedido dele ou não, considero-o meu namorado.

Apaixonei-me por cada pedacinho dele. Era completamente louco me imaginar sentindo saudade após se despedir do outro, querer está perto sempre, pensar, desejar... Hoje, acho absolutamente normal sentir todos esses sintomas do amor. Claro que o mais fascinante disso tudo, é saber que o outro se encontra na mesma sintonia...

Diversão é garantida. Verdade. Não tem um minuto que não damos boas risadas, beijos intermináveis e implicamos de brincadeira com o outro. Falamos do futuro, fazemos planos de “mentirinha” e alguns que podem, quem sabe, se tornarem reais.

Até os momentos ‘bads’, são permitidos beijos horríveis.

Comemos besteiras, vamos ao cinema e andamos sempre de mãos dadas. Freqüentamos um a galera do outro e aos poucos, apresentamos um ou outro membro da família. Fazemos declarações melosas ao longo do dia e 'seguramos' um pouco a onda em público. (casais melosos demais atraem inveja ou irritação dos demais).

O ‘eu te amo’ entrou definitivamente em nossas vidas, deixando o ‘eu te adoro’ pequeno demais. Ás vezes bate um medo sem nexo, mas é normal quando sentimos algo tão especial, tão único por alguém. Sentimento tão incrível esse chamado amor!


Conversas sobre o bichinho da discórdia chamado ciúme foi tema de algumas verbalizações. Mas depois de um olho no olho e um: "Eu estou e confio em você", espantou qualquer bad presente e futura. Foi a segurança que ele me passou que me fez esquecer que ele poderia ser vítima por aí (mas as vezes surge umas 'garras' em mim...).


Namorar é como uma divisão de gêneros de filmes: Tem romance, drama, ficção, comédia e alguns momentos de terror. Tudo em um pacote só! Emoção não falta.


Namorar é uma delícia!

Beijos

@ludfigueira

terça-feira, 1 de março de 2011

Eu aceito!

Esse amor, louco amor, para todo sempre. Ele chegou e se instalou. Não pediu nada, mas, conquistou tudo e mais um pouco. Não tem para ninguém! É ele e pronto.

A vida passou a ter outro significado. Sim, um amor para me ensinar a amar, a saber, na real, com direito a dia-a-dia, o que esse sentimento faz com a vida das pessoas. Cego, surdo e completamente desequilibrado. Na verdade, o amor chega assim e com o tempo, vai se equilibrando, tomando formas, criando laços, futuro...

Como a palavra “pânico” não pode faltar em meus textos, lá vem ela: Ah, o pânico se instala por todo o nosso corpo ao sentir tal sentimento invadindo-nos, fazendo coisas inimagináveis, falando coisas que, não tem sentido. Mas, depois, esse “pânico” vai nos deixando e, ao ver estampado no rosto do outro um sorriso imenso, daquele tipo que fala: “Eu te amo, sua boba”.

Natural. É para quem nunca amou fazer ou falar coisas doidas, manifestar grilos, vergonha, intimidades, acho que é normal. Até começar a ouvir um pagodinho, está valendo.

Mas eu aceito esse sentimento e digo que é um presente da vida. É uma aventura esse lance de gostar verdadeiramente de alguém. Você se sente vulnerável, é bem verdade, mas é tão delicioso ouvir, por exemplo: “O que é importante para você é importante para mim!”

Porque diabo vai ficar catando problema aonde não tem? Porque não “cair de cabeça” nesse romance que com certeza não é só um lance?

“Deixem que digam, que falem, deixe isso para lá...”

A cada dia uma risada, uma novidade, um sentimento, a cada dia mais amor, mais paixão e mais vontade de ficar junto. Por quanto tempo? Ah... Só o tempo para responder essa pergunta. Mas, não há com o que se preocupar, afinal estamos aqui para sermos felizes e não ficar tendo medo do amanhã e sim, viver!

Mas, é bem verdade que a falta de experiência causa uma imaturidade sentimental. Demorei a admitir isso, porque a verdade nem sempre gostamos de ouvir. Mas, a sensatez que sempre me foi peculiar me chamou atenção e percebi que postura infantil diante de situações que nunca vivemos é de certa forma, bem normal.

Claro que perceber isso e pensar a respeito e aprender com o outro que já viveu um pouco mais que você, é a melhor saída. Aprender e não ter medo de errar é a receita de uma grande história de amor.

Sei que dúvidas fazem parte da arte de viver. Não se pode controlar tudo. E, ser sozinha é algo que ficou para traz.

Dou boas vindas a você que entrou em minha vida. Aceito esse amor que não tira mais esse meu sorriso dos lábios, que me faz flutuar e desejar estar sempre ao seu lado.

Aceito essa “melosidade apaixonante”.

Aceito. Amar você e aprender a lidar com sentimentos conturbados.

Aceito fazer parte de você e de tudo que o cerca.

Aceito enfrentar problemas e achar soluções com você.

Aceito verbalizar sempre que for preciso desabafar algum “pânico”, mantendo o canal sempre aberto.

Aceito você em minha vida.

Beijos

@ludfigueira

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Amar é....

Amar é...

Há mais ou menos 28 anos atrás, quando meus pais estavam começando a namorar, meu pai recortava do jornal uma sessão em quadrinhos que tinha versinhos que começavam: ‘Amar é... ’. Ele plastificava e entregava para a minha mãe. Mas, esses versinhos foram esquecidos numa caixa qualquer e o romance durou pouco. Era amor? Não sei... De repente os versinhos foram apreciados pela beleza das palavras e não pelo coração...

Aí, me peguei pensando? Amar é o que? Dedicar-se ao outro? Pensar no outro? Suspirar apaixonadamente ao olhar para o ser amado? Se sentir insegura mesmo que se tenha segurança? Sentir saudade assim que acaba de se despedir? Demorar horas para ir embora por não conseguir dar ‘tchau’? Pensar em dois? Ligar várias vezes por dia ou mandar mensagem só para dizer o quanto o outro é amado?

Talvez. Amar é tudo de incalculável que se possa sentir por alguém. Até o ódio pode vir seguido do amor, a implicância... Amar é um sentimento poderoso, difícil de encontrar e complicado de se cuidar... O amor tem várias instruções para se manter vivo. O amor não é conquistado uma só vez e sim, várias vezes, por toda uma vida. O amor precisa de convivência diária, de brigas para reafirmar seu valor, de declarações melosas e sinceras, de cor, sol e chuva.

‘Amar é... Entregar-se ao outro’. Quanta responsabilidade! Você se entrega? Assume os riscos? Viver é arriscar, meu caro. Amar é viver, é sentir... Também é sofrer. Amar é sentir arrepios e sustos, amar é um eterno sorriso, amar é um doce que nunca se enjoa e sempre se deseja repetir.

Amar é o total, não é metade. Amor não se pede, se conquista. Amor não tem talvez, tem sim ou não. Amor nem sempre tem razão, tem sim e muito, sentimento. O amor não tem explicação; mas tem todas as estações.

No amor encontramos todos os gêneros, todos os gostos, todos os cheiros. O amor completa a vida, sacia a fome e provoca alegria.

O amor é completo e quando se encontra, encontramos respostas de uma vida inteira. O amor não tem porque, o amor não teme, o amor é corajoso, destemido e guerreiro.

Amar é encontrar o pote de ouro no fim do arco-íris.

Eu te amo.

Beijos

@ludfigueira

Complicando e descomplicando a gente vai se entendendo... Ou não...


Muitos falam que os problemas não existem e quem os cria somos nós. Outros falam que os problemas simplesmente aparecem para nos ensinar a resolver questões, decifrar soluções, achar caminhos e superar obstáculos. Mas e aí? Você complica ou descomplica a vida? Você consegue resolver seus problemas? Ao menos tenta? Você acha uma solução? No meio disso tudo você consegue se entender? Consegue espaço nessa confusão para entender o outro? Oh! Vida...

Uma voz diferente, um olhar longe, um jeito de beijar estranho... A paciência está por um fio e o diálogo é algo que se sonha, mas não se consegue... Os encontros começam a ser desmarcados, as desculpas são as mais esfarrapadas do mundo, falar ao telefone? Esquece...

Você tenta ignorar a crise, você finge que não vê, mas essa atitude é pior: O outro fica ainda mais P... da vida vendo essa submissão, esse seu medo aparente de chamar para conversar...Do outro expor o que está acontecendo... Ao invés de você procurar pelo outro e saber o que houve, conversar, perguntar o porquê dessa falta de tratamento, de carinho, de atenção, você foge. O que mudou? Porque mudou? Afinal, aonde nos perdemos?

Não se pode perder o que não se tem. Não se pode esconder, se anular a vida toda. O mar de rosas secou. E agora? Vai ficar ai sentado (a) esperando o quê? Vir uma onda forte e te carregar? Cadê a força? ‘Levanta, sacode a poeira e dê a volta por cima’! Sacou?

ADMIRAÇÃO. Algo que o outro não sente mais. Não foi o que faltou quando vocês iniciaram esse caminho, qual a rota errada que você pegou? Sempre se pode recomeçar, se reciclar, se reparar... Não se pode agradar o tempo todo, isso é chato e cansativo. Ser você está na moda!

Relembre quando a onda passou e mudou tudo de lugar. Se lembre o que aconteceu com você. Lembre quando foi que a sua postura no relacionamento começou a ser nociva para você e para o outro. Se construa outra vez.

Não a mal que dure para sempre e nem bem que nunca acabe... Acho que é isso...

Assuma o seu papel, relembre quem é você...

Beijos

@ludfigueira

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

À hora do ‘EU TE AMO’.


Já ouvi dizer que nos primeiros dias de um ‘namoro’ ou do ‘conhecer’ alguém, são tudo flores. Está tudo bem sempre. Mas, a fase do ‘meu primeiro namorado’ passou, e o momento ‘flores’ são justamente as verbalizações feitas diretamente quando algo está mal explicado ou quando você tem um ‘canal aberto’ para se expressar diretamente com o ser amado. Para mim, isso é apaixonar-se todos os dias pela mesma pessoa: Aprender a lidar com o pânico e esse sentimento maravilhoso que você tem com o outro e vice-versa.

Geralmente quando a gente está apaixonada (o), engolimos sapos, deixamos passar algumas situações que não gostamos com medo de estragar o momento incrível que estamos vivendo. Erro grave. Pois ‘momento incrível’ é justamente você se sentir confortável para poder expor seus medos, loucuras, grilos com quem você está se relacionando sem reservas.

Entregar-se, faz parte do pacote de estar com alguém. Sem essa entrega absoluta, o relacionamento se tornar superficial. A Comunicação entre vocês vai deixando a desejar e, com o tempo, fica cada vez mais difícil entender o que se passa com o outro.

‘EU TE AMO’, sempre achei um ‘bicho de sete cabeças’. Ficava me perguntando como todo mundo consegue falar essas três palavrinhas sem perceber a importância delas. Têm uma importância gigantesca! E o medo de falar e não ser correspondido? E o medo de assustar? Quando se deve falar? Se espera partir do outro? Tem uma data específica para sentir ‘isso’? Tem algum manual de instrução que possamos ler para nos informar?

NÃO. Agora volto no que falei acima: Lembra do ‘canal aberto’ com o outro? Lembra que é preciso verbalizar sentimentos e pânicos? Pois é... ‘EU TE AMO’ nasce sem pedir licença. Ás vezes você o guarda dentro de você, para refletir sobre esse sentimento que só tem significado para quem o sente. Mas, não se pode escondê-lo por muito tempo.

Quando se consegue abrir o coração e disser tal sentimento, digo que é a hora das ‘flores eternas’. Vou explicar: Você realmente está entregue. Amar alguém é um presente eterno. Em outras palavras: Que seja eterno em quanto dure...

Têm momentos que não voltam. Não sufoque seu amor dentro de você! Fale, grite, verbalize para o outro o quanto ele tornou-se importante e único para você. Tenho certeza que por mais que role um silêncio em ouvir tais palavras, um sorriso logo se abrirá e você será o mais feliz, ou a mais feliz. E sempre que disser um ‘eu te amo’, fará o outro se sentir o homem ou a mulher mais feliz do mundo!

Verbalize seus sentimentos.

Beijos

@ludfigueira

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Coisas que a gente faz ... Por Amor!


Então, vamos lá. Aonde foi que eu parei mesmo? Ah, na saudade da partida e na espera pela volta. Ok. Localizei-me.

Bom, graças a Deus, chegou o dia da volta. Estava “desesperada” (nós, mulheres somos loucas! Qualquer coisinha fora do lugar já é motivo para ocorrer um desmoronamento daqueles) até que meu telefone voltou ao normal e acusou duas mensagens. Incrível a sensação de dar um beijo e um abraço e perceber que agora, está tudo bem.

Momentos de tensão em resolver questões pendentes. Abrir-me não foi fácil. Dizer que passei vinte dias enlouquecidos e verbalizar medos, foi uma tarefa e tanto. Mas, para vocês se inspirarem nessa minha coragem, digo que consegui (de um jeito um tanto louco e confuso).

E agora? Ah, agora está tudo lindo. Elefantes voando, corações espalhados pela cidade, o mundo está bem colorido.

Sinto como se estivesse experimentando pela primeira vez tudo que sempre falei. Tudo que sempre desejei e, que no fundo, pensei que jamais aconteceria comigo.

Mas, voltando ao texto de hoje (Coisas que a gente faz...Por Amor!), ir a um bloco de carnaval ás 11hs da manhã, com o sol a pino, gente suada se encostando, pulando e gritando porque seu AMOR adora, são coisas que fazemos...

Querer dizer ao mundo o quanto você está amando e feliz, são coisas que fazemos...

Caminhar para resolver as loucuras da sua cabeça e o outro ficar horas só te escutando, são coisas que fazemos...

Chamar o outro de ‘Amor’, pela primeira vez, é uma declaração assustadora (quase um ‘eu te amo’), são coisas que fazemos...

Sentir ciúme-bobo do outro, são coisas que fazemos...

Não querer se desgrudar e parar várias vezes no meio da rua para um beijo de cinema daqueles, são coisas que fazemos...

Dizer o quanto você o adora, são coisas que fazemos...

Cara de boba e denunciar tudo o que você sente, são coisas que fazemos...

Aperte o Start. Você agora não está mais sozinha. Chegou a hora de ceder e aprender a fazer concessões. Ver o outro feliz e ver o quanto ele a faz feliz é incrivelmente maravilhoso. Então, essas coisas valem à pena.

Entreguem-se! E vivam a maravilhosa aventura de estar AMANDO!!!

Beijos

@ludfigueira

Ela representa todas nós

Ela representa todas nós. E percebeu que não precisa desatar nenhum "nó" porque pode muito bem viver só. Ela confessa que nessa ...