domingo, 20 de abril de 2014

O Jogo

Conseguir entrar em contato com a inspiração que outrora estava perdida, deixo as palavras virem com nitidez e me permito ser guiada...

Mistério. Silêncio. O desaparecer envolvente que nos excita e nos consome.
Não preciso sumir para tornar-me interessante ou parte de um jogo não velado. Não confunda um romance sem compromisso com sentimentos demasiados. Não há posse. Não há meu e seu. Há apenas momentos...

Pode ser que ela ou ele seja uma escolha. Pode ser que seja a surpresa. Aonde se acha que ganhou-se, pode vir a perder. Não há certezas.

A grande oferta tornou o mulheril desesperado e carente. O homem quer o diferente e acima de tudo se sentir desafiado, se sentir fora do controle. Ele não quer uma mulher, quer uma jogadora, quer ouvir um "não", quer se sentir desafiado a correr atrás do inatingível. Aliás, ele está controlando tudo, ele quer alguém que o toque fundo, alguém que o despreze, o ignore e de tempos em tempos de um pouco do gosto doce que só uma mulher tem.

Será que e isso mesmo? Me recuso a acreditar que nada tenha mudado. Me recuso a acreditar que as relações só pioraram.

Homem quando a deseja, ele desbrava mundos até encontrá-la.

O jogo precisa existir. Há uma necessidade de manter-se sem saber o que o outro deseja, sente ou quer. Descobrir tudo acaba com a brincadeira de gato e rato tão excitante...Ou irritante?

Não há preocupações, existe apenas uma vontade assumida de mais... Mas, querer não faz parte desse jogo arcaico dos dias de hoje. Esqueci dos malabarismos amorosos e das falsas promessas. Esqueci que a verdade não e necessária. Esqueci que o que vale e apenas ser uma mulher que sabe a hora de chegar e sair de cena. Esse último e item obrigatório: Saber sair de cena.

Afoita, gulosa, insaciável..... Foda-se toda essa grande selva de homens e mulheres. Foda-se essa manipulação enlouquecedora. Foda-se o que se queira pensar.

Em uma época de show das poderosas e beijin no ombro, o que se pode esperar de homens e mulheres?

Em uma época que saudade de um momento não e motivo para novos encontros?

Vem cá: O que e saudade? Saudade de que mesmo? São tantas noites e tantos corpos diferentes que acho que essa palavra ou sentimento não cabe aqui.

Em uma época em que vc e obrigado a medir palavras para não assustar ou não ser mal interpretado pode vir a afastar alguém? Seria crianças ou adultos? Com quem estamos lidando?

Mulheres poderosas e que sabem o que querem não se abalam com opiniões alheias e regras falidas.

Está com medo?

Isso também faz parte do jogo....

terça-feira, 1 de abril de 2014

Welcome to the Jungle

Hoje aprendi que não adianta tentar fazer as coisas da melhor maneira e ainda ser legal. 
Infelizmente pessoas assim acabam tomando naquele "lugar" sempre. 
Estou cansada dessa ladainha toda, dessa opressão, dessa mentirada, dessa falsa aparência. Então nesse momento esqueço toda essa palhaçada e começo uma nova etapa. Esqueço também esse lance de ser uma pessoa boazinha. Porque o mundo só te respeita quando você se impõe e o ignora. 

A indiferença é uma arte necessária para dar aquele choque de realidade. Nada de impulsos e intensidades enlouquecidas, nada de se jogar sem paraquedas, nada de rebeldias que custam caro, nada de dizer "tá tudo bem" quando está tudo uma grande merda. Nada de ligações desenfreadas e de whatsapp frustrados. Nada de tentar resolver o que não tem solução. E o mais importante: Deixar de se preocupar com o que os outros pensam ou falam sobre vc. Esqueça.

Se não conseguir, se for dificil, lembre-se dos amigos. 
Porque esses, por mais longe que estejam de você, nunca vão lhe abandonar.

Quem tem amigos, tem tudo.

Dou adeus a ansiedade, a maluquice e ao medo insano e irracional. Mas importante: me despeço da indecisão e do emocional prejudicial. 

Dou adeus ao obsoleto. A regras e a padrões inventados.

Estude sua melhor estratégia, escolha sua melhor roupa, melhore sua postura, mantenha o foco e ...

...Welcome to te jungle!

Beijos
@ludfigueira

Ela representa todas nós

Ela representa todas nós. E percebeu que não precisa desatar nenhum "nó" porque pode muito bem viver só. Ela confessa que nessa ...