terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Clima Bad

Sabe aqueles dias em que você tem vontade de desaparecer? Simplesmente sumir do mapa? Hoje foi um dia assim. Quis desistir de tudo, quis largar tudo, quis me abandonar. Passei um bom tempo deixando as lágrimas correrem para ver se eu tirava do meu peito tudo que estava me agoniando, me fazendo ficar mal. Até que me levantei e me rendi ao chuveiro e logo, encontrei a calma.

Hoje vamos falar de outro tipo de relacionamento: AMIZADE.

Muito do que eu sou hoje devo aos meus amigos. Tenho, graças a Deus, uma equipe forte de amigos que me acompanham sempre. Tenho sempre uma porta para bater e ser socorrida. Tem sempre muito carinho e palavras amorosas. Sou bastante grata, pois o que minha família não soube me dar, os de fora me deram de uma forma bem generosa.

Mas eu confesso que errei. Acho que confundi um pouco as estações e, acabei esperando o que o outro não podia me dar. Frustrei-me e uma revolução de valores, ações me fizeram repensar em todo um relacionamento de uma vida.

Claro que, aos 27 anos, não se pode virar para o outro e dizer: Corta aqui! Tô de mal! Não sou mais seu amigo! Fica até ridículo! Como adultos civilizados que somos, conversamos e, chegamos a um denominador comum. Bom, nem sempre. Conversa de adulto é complicada. Fica um se defendendo das acusações do outro e por mais que um assuma a tal culpa esse, no fundo, vai esperar que o outro faça o mesmo. Aí, rola a decepção, você fica chateado, mas pensa: Ah! Quer saber? Cada um com seu cada um e deixa isso para lá.

Aí você relaxa, vive um dia após o outro e vai ‘ficando’ tudo bem. Até que surge outro desentendimento ou apenas um mal entendido e novamente você explode. Claro, porque você não resolveu totalmente o assunto passado e, com uma nova briga, você junta tudo e o circo se arma!

Falta de comunicação direta e objetiva. Hora de baixar a ‘guarda’ e ver que ninguém e melhor que ninguém e todo mundo tem sim, ‘teto de vidro’. Hora de parar de criticar a postura de cada um e rever seus erros.

Pois bem. Isso foi feito e mais uma vez não deu certo. Fiquei magoada demais para abrir um sorriso, dar um abraço e ficar tudo bem. Não. Não ficou nada bem. As coisas pioraram porque as palavras foram duras e ninguém abriu mão da sua defesa, da sua ‘razão’. De um lado a dramática, e do outro a durona. Uma luta difícil que ambas se recolheram e decidiram deixar para lá.

É... Covardia ou não, essa discussão não ia levar a lugar nenhum. Uma não concorda com a outra, uma não aceita a postura da outra, então, o melhor que se tem a fazer é aceitar e respeitar o espaço da outra e tentar uma convivência no mínimo agradável.

Essa postura não é a das melhores. Mas é muito difícil tomar uma decisão de cabeça quente. Para não criar mais problemas, polêmicas, é melhor cada um na sua. De repente depois, com a cabeça fria, no lugar, se possa ter uma conversa amena, menos provocativa, menos ‘mocinho e bandido’.

Lidar com amigos, família, amores não é fácil. Lidar com pessoas não é fácil. Mas a gente está aqui justamente para isso: Encontrar formas de se conviver o melhor possível, de lidar melhor com o outro, de tentar por meio da comunicação verbal (olho no olho), ser entendido e entender. Respeitar o momento de cada um de não querer compactuar mais com uma discussão que não leva a nada. É complicado resolver situações assim, onde cada um quer impor seu ponto de vista e quer que o outro aceite.

Não sugiro a fuga, mas sugiro acalmar os ânimos. Sugiro dar tempo para cada um pensar no ocorrido, e dar uma chance a um novo ponto de vista, uma nova opinião.

Mais uma vez, vou terminar com a minha frase clássica:

Sugiro AMAR MAIS E SOFRER MENOS (em todos os setores da vida).

Beijos

@ludfigueira

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Um pouco de cada um: relacionar-se...

Dizem que as mulheres complicam tudo: São caçadoras de problemas, adoram um drama e um romance mela-cueca, que são carentes e que nunca estão satisfeitas; Já os homens: São conhecidos pela capacidade de sempre colocar a razão acima da emoção, costumam ser bem práticos e lidam bem com a realidade espantando o mundo colorido da ilusão.

Mas, há exceções (graças a Deus). As palavras acima são rótulos que inventaram. Não são verdades absolutas, é o que a maioria fala dos homens e das mulheres.

Homens são criaturas normais. Sofrem também, se desesperam, sentem medo e choram. Eles também precisam tomar decisões, eles amam, odeiam e alguns também gostam de romance.

A questão está na maneira como resolvem seus problemas. É quando a tal da praticidade e o saber separar as coisas fazem a diferença. Já sabemos que essa história de sexo frágil não ‘cola’ mais com as mulheres, mas não podemos negar a nossa fragilidade em resolver uma questão que envolva o coração, por exemplo.

Quando o coração aperta e bate aquela dúvida ou aquele desespero, creio que tanto os homens quanto as mulheres se tornam seres ‘indefesos’: Por mais que cada um recorra há um método diferente para resolver ou aliviar a tensão, não podemos negar a existência de um sofrimento.

Têm gente que vai para o bar beber, outros vão resolver seus problemas mudando de cama, outros vão arrumar a casa, escrever, jogar bola ou até mesmo alugar um ouvido. Mas todos recorrem a alguma ‘válvula de escape’, a algum lugar onde possam relaxar, desabafar ou até mesmo encontrar alguma resposta.

Uns podem se declarar mais, outros falarem apenas o necessário, o amor não é falado é sentido. Cada um sente de uma maneira e expõe diferente do outro. Não esperar que o outro faça ou pense como você, é o primeiro passo para evitar sofrimentos e preocupações bobas.

É muito difícil a convivência a dois. Por mais maravilhoso que seja o seu relacionamento, lidar com o outro nem sempre é uma tarefa fácil e requer paciência e tempo para os dois se conhecerem e desenvolverem a cada dia um bom nível de entendimento e aprendizado (sonho dourado de um relacionamento perfeito! Mas, vale tentar!).

Saiba manter um diálogo saudável. Nada aos berros, na violência verbal, ajuda a resolver algo. Saber respeitar o espaço e a vontade do outro é outra dica válida.

Já pensou na possibilidade da ausência de afeto ou de paciência ser um problema que não tem haver com o relacionamento de vocês? Geralmente nós mulheres relacionamos tudo a nós, ao nosso relacionamento. Esquecemos que antes e depois do relacionamento há vida, trabalho, família, outras coisas.

Aprenda a gostar sem truques, sem regras, sem pensamentos negativos e principalmente, sem cobranças.

Beijos

@ludfigueira

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Aprendiz do amor


“Saber amar

É saber deixar alguém te amar”

(Saber Amar- Paralamas)


Permitir alguém te amar, sair da zona de conforto, do controle e se entregar. Não é fácil, mas é maravilhoso sentir tal sentimento te invadindo todos os dias, fazendo você descobrir e se descobrir com as constantes variações de humor, pensamento e questionamento.

Aprender a respeitar o tempo e a entender uma ausência e lidar com a saudade é algo que até então não havia vivido. Tive o período em que me acostumar a não ter o telefone tocando, as mensagens chegando, o beijo e simplesmente estar perto de quem você gosta, fez-me surtar. Depois veio a dor da saudade, a falta de notícias, o silêncio doloroso e o pensamento pessimista me arrastando para o abismo total e absoluto e por último a calmaria da aceitação e um sinal de vida onde compreendi que apesar da distância eu não estava sozinha.

Aprender a lidar com novos sentimentos tem sido uma grande experiência: Têm horas em que sinto medo de estar gostando sozinha, outras de estar me expondo demais, ou de não saber como conduzir tal sentimento. Resolvi jogar essas dúvidas pela janela e pensar em coisas boas, em ter mais segurança em mim e na força do que estou sentindo e curtindo nesse momento. Querer compartilhar tal descoberta de estar amando só comigo, foi algo que me permiti: Saborear cada pedacinho dessa aventura e também desventura de pensar e sentir algo tão único por alguém.

Parei de fazer comparações e de cobrar mentalmente do outro, coisas que ficaram sem explicação. Parei de fazer perguntas e também de dramatizar tanto uma simples frase ou uma falta de exclamação. Parei de falar e me deixei sentir mais. Viver essa sensação, esse prazer de pensar e querer estar com quem se gosta.

“Só os loucos sabem”, é verdade. É preciso uma dose de loucura para adentrar no mundo dos seres apaixonados, de todo dia ser dia de estar com o outro, de tornar momentos simples em momentos inesquecíveis e especiais, em não conseguir parar de pensar, de querer estar junto e desejar mais momentos, mais beijos, mais abraços, mais amor.

Uma deliciosa surpresa é saber que quem você gosta também gosta de você. Esse é o melhor dos prazeres e com certeza um dos mais difíceis.

Viva esse sentimento...

Beijos

@ludfigueira

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Você tem uma nova mensagem

Ao Senhor Responsável por aquilo que me cativou,

Venho informar que estou imensamente decepcionada pela falta de notícias. Por esse silêncio que só me deixa mais perto do pessimismo e coloca a esperança de dias melhores, esquecida e abandonada em algum lugar.

Claro que, agradeço imensamente por essa inspiração depressiva, pois estou escrevendo cada vez melhor e minha modéstia continua a mesma.

Continuo com meu vício diário pelo mate com limão e aumentei um pouco os cigarros de filtro branco, mas isso é temporário.

Dei uma parada no mc donalds, pois estava ficando com a mesma forma do Cheddar. Além do mais, ir lá sozinha estava me deixando triste. Devorar dois sanduíches em minutos não tem a mesma graça. Tenho ficado longe dos doces e tirei umas férias do chiclete do Ben 10.

O campo profissional está se encaminhando positivamente.

Tenho pensado muito em você. Isso está me deixando tensa, porque não são pensamentos bons. Até porque você sabe que a única que pode ficar em silêncio aqui sou eu.

Minhas unhas cresceram e estão lindas. A minha sobrancelha está magnífica também e troquei o esmalte cinza pelo branquinho.

Não vi ‘enrolados’ porque é romance (estou evitando assuntos românticos). Mas levei minha irmã para passear. Tive um final de semana tenebroso com duas festas familiares (quase enlouqueci), mas eu sobrevivi.

Nem preciso comentar sobre meus terríveis pesadelos. Cada um mais macabro que o outro. Acho que estou ficando boa nisso. Cada história de arrepiar!

Estou morrendo de saudades de você. Isso é normal? Mas é muita mesmo, chega até a me assustar... (estou exagerando um pouco para dar mais ênfase).

Parei de assistir novelas. E filmes como o Homem de Ferro... Ando bem nostálgica.

Não sei como você está. Isso me incomoda e me deixa aflita. Você sabe que não fico muito sociável tensa. Tenho feito um milhão de monólogos, sozinha! E, nem as paredes me agüentam mais.

Tenho ficado constantemente com cara de pato sem calça e de avestruz branco (deixou de ser avestruz queimado, pois ando de mal com a praia).

Outro dia tive uma recaída daquelas e fui até o meu armário e num ato de loucura abracei meu vidro de perfume, aquele que eu usava quando saia com você. Mas, me recuperei e o guardei....

Bom, como você pode ter visto, estou sobrevivendo.

Sigo esperando-o.

Beijos

@ludfigueira

domingo, 23 de janeiro de 2011

Enfrentando a realidade


“Te ver e não te querer
É improvável, é impossível
Te ter e ter que esquecer
É insuportável
É dor incrível...”

Skank- Te ver

No pouco que eu sei sobre o amor (ou o que estou aprendendo), por mais que 'ele' ande de montanha russa 'ele' sempre encontra a volta para casa. Ele se desliga um tempo, mas ele volta, 'ele' dá algum sinal (sinal de fumaça não serve), 'ele' rega aquela plantinha...

Então, qual era o sentimento? Qual será o sentimento? Qual será o pensamento? O que se está pensando?

Ah, já ouviram falar em paixão? Aquela que arrebenta você sacudindo sua vida fazendo uma volta ao mundo, te leva ao desespero e a felicidade em um piscar de olhos e depois desaparece. Assim, rápido como chegou, ‘ela’ vai embora.

E o que seria o amor? A continuidade de um sentimento mesmo que o outro vá morar no Alasca? A tranqüilidade fora do normal de saber que por mais que o tempo passe nada destruiu esse sentimento magnífico que poucos mortais podem usufruir. Será?

Não é nada disso. É o que você acha, é o que eu acho, é o que eles acham. Cada um sabe do seu cada um. Cada um sabe a dor ou a alegria que carrega no peito, cada um sabe dos seus reais problemas e medos, cada um sabe do seu ‘quadrado’.

O mal entendido no coração do apaixonado se dá pela falta de comunicação. Se nenhum dos dois verbaliza o que está acontecendo, cada um tem o direito de pensar o que quiser. Planos e sonhos são desfeitos em segundos assim como paixões e amores são criados, basta um encontro de olhos, uma aproximação intelectual ou um abraço mais demorado... Até em um beijo...

Falou-se em segurança em algum momento. Falou-se em medo e em previsões futuras. Mas esquecemos da falta que o outro iria fazer. Esquecemos do quão difícil seria se desconectar, fingir que nada aconteceu, esqueceu-se de dar o tempo que o outro precisaria ou não. É, talvez seja isso: Esquecemos do tempo.

Lembra da tal maturidade sentimental que falamos outro dia? Difícil tê-la. Geralmente tentamos ser justo (ao menos acredito que seja assim), me importo com o outro, sofro pensando no momento delicado do outro, mas acabamos o comparando com o que faríamos ou não na resolução de algum problema, alguma escolha. Olho o erro aí! O erro de todos nós é justamente querer que o outro faça o que imaginamos e não pensamos no que o outro quer e sim pensamos egoisticamente em o que queremos e ponto final. Nem tudo é como queremos, essa é a lição número um para a nossa sobrevivência.

O aceitar é difícil. Mas é preciso. Muitas vezes esquecemos-nos de prestar atenção ao que o silêncio fala. E o silêncio já mostrou o que você queria saber, é hora de entender, cair na real.

Não se decepcione. Não se lamente. Apenas agradeça por estar vivo e sentir tudo isso nesse momento.

Tudo tem explicação. Assim como tudo tem a sua hora.

Ainda precisamos aprender a árdua tarefa de saber esperar...

Beijos

@ludfigueira

Bomba: Para estourar ou desarmar?


Dá para fugir? Dormir e só acordar quando estiver tudo bem? Posso chamar algum adulto para resolver a questão? Acho que vou ficar em recuperação nessa matéria chamada amor...

Fecho os olhos e tento não pensar em nada. Pensar na morte da bezerra, numa vaca pastando, até em algum drama familiar, mas nada atrapalha esse pensamento fixo, essa ansiedade pelo amanhã, esse silêncio.

Ok. Vamos nos distrair! Não conseguimos. Na verdade, não queremos conseguir, não queremos nos desconectar, não queremos voltar a velhos hábitos, a antigos lugares... Não queremos.

Ok. Vamos tentar conviver com isso! Somos adultos, bem resolvidos e civilizados. Mentira! Sinto o pânico se instalando, o surto chegando, o medo tomando conta e um filme de terror sobre o que está acontecendo aparece em flashes e leva embora toda a esperança de viver um novo capítulo, mudando um ou outro personagem, mas dando continuidade a mesma história.

Nada como a experiência. Admiro pessoas que possuem a capacidade de separar a emoção, sentimentos explosivos e se desconectar para resolver uma questão usando a lógica, a razão. Isso me parece certo e equilibrado. Mas, ainda não passei dessa fase nesse jogo, não consegui achar a saída do: ‘Está tudo bem!’, ‘Nada como um dia após o outro’ ou ‘O amanhã está logo aí’...

Sinto como se eu fosse uma bomba relógio... Tic Tac Tic Tac Tic Tac... Acho que deve ser um sintoma normal quando nos encontramos uma pilha de nervos e nada, nada, nadinha podemos fazer. Ah! Mas é claro que eu pensei em um monte de insanidades, loucuras que se alguém descobrisse me colocaria num quarto isolado dos outros doentes mentais por me considerar perigosa demais para viver com os outros. Brincadeira... Apenas uma tentativa de me distrair... (QUE NÃO DEU CERTO)

Vi que estava chegando à fase terminal, quando após terminar o meu habitual lanche no ‘mcdonalds’ sobrou guardanapos e eu devolvi a moça do caixa. Isso poderia apenas significar educação da minha parte. Mas acreditem: Algo muito maior me levou a fazer isso... Preocupante.

Ah, aí você se lembra que hoje é sábado. Que o mundo está nas ruas, que o calor está enlouquecendo corpos, que a fome não foi saciada. Mas você nem se mexe, nem se importa, até porque você está em casa, ocupada demais intercalando entre a felicidade e a tristeza de estar ‘amando’...

Até que alguma alma viva chega em casa (pois é válido lembrar que está rolando um feriado) e você desabafa: Grita, expõe de forma irritada seu pensamento como se fosse a verdade absoluta, esperneia e, depois escuta do ouvinte:

--- Acabou?

Você respira fundo, e diz:

-----Acabei.

Pronto. Você agora vai se sentir por algum momento mais leve, revigorada das forças perdidas com a chegada da nuvem negra do pessimismo.

Xô pessimismo!!!!

Boa Noite.

Beijos

@ludfigueira

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Maturidade Sentimental

“Dei uma olhada no teu blog e achei bem sincero.
O que posso dizer no auge dos meus 30 e poucos anos com uma vida sexual dinâmica, mas com uma vida amorosa falida é:
(01) cuide da sua vida
(02) aproxime-se de pessoas que tenham maturidade sentimental
(03) tenha seriedade e demonstre que você está disposta a ter (ou não ter) um relacionamento
(04) NO GAMES... NO BULLSHIT --- faça a coisa certa
O problema desse lance é mais o que o outro sente. É fácil de ser solucionado quando entendemos o quanto o outro é maduro sentimentalmente.
Um relacionamento entre duas pessoas é uma troca, uma partilha. Eu trato bem, dou atenção a quem me trata bem e me da atenção. Sou generoso, companheiro, fiel a quem me faz o mesmo.
E, como homem, eu dou o primeiro passo. Mostro as “minas” que comigo o esquema é direto, objetivo e real. Dou o exemplo que estou aberto e disposto. Se a “mina” me der o feedback certo, ótimo. Ela ganha muito mais em retorno.
Se a “mina” me der um feedback babaca, fraco ou 'sem sal'. Caio fora! Sem hesitação, sem dó nem piedade eu dou um ‘hasta la vista” e parto pra próxima”.

Via Facebook – Rio de Janeiro

Recebi essa opinião sobre meu último texto (17dias: Um Amor) e gostei muito da análise objetiva e mais ainda do jeito que ele encontrou de amar mais e sofrer menos o que é sempre o nosso principal objetivo. Além disso, o item número dois me chamou muita atenção:

(02) aproxime-se de pessoas que tenham maturidade sentimental

Como identificar essa Maturidade Sentimental? Pelo comportamento? Pelas atitudes? Ou pela maneira como o outro lida diante das situações, obstáculos, em solucionar problemas?

Exatamente. Acredito que essa tal ‘maturidade sentimental’ está no observar a maneira como o outro administra suas ações, fala sobre seus sentimentos, o lugar onde coloca cada palavra, cada olhar.

Podemos fazer essa escolha?

Talvez. Mas a maioria arrisca e tenta converter alguém. Converter alguém em mudanças de atitude, em mudar comportamento, a maioria tenta tirar ‘leite de pedra’. Preferimos esperar essa tal ‘Maturidade Sentimental’ chegar... Uma vez que sem ela, difícil esperar um relacionamento saudável e tranqüilo.

Já é um grande passo aproximar-se de pessoas que tenham essa ’maturidade sentimental’. De repente, você mesmo começa a ver as coisas sobre outra forma. Saber o que se quer e o que não se quer é o primeiro passo. Agir com verdade, sinceridade e sem medo de ‘dar a cara para bater’. É até normal esperar o mesmo do outro. Agora, como exigir ou saber o que se quer do outro se você mesmo não sabe o que deseja? Se você mesmo ainda não se encontrou?

Quando encontramos no outro, dúvidas, instabilidade, insegurança, não ficamos bem. Pois não sabemos se o que ele fala hoje é para valer ou se amanhã ele vai estar no Brasil ou no Japão. Pelo diálogo, podemos sentir as reais intenções do outro: Se ele está querendo momentos ou continuidades. Claro que mudamos tudo muda sempre, mas uma pista a gente sempre tem...

Deixar as coisas em ‘pratos limpos’ não tem preço.

Beijos

@ludfigueira



Ela representa todas nós

Ela representa todas nós. E percebeu que não precisa desatar nenhum "nó" porque pode muito bem viver só. Ela confessa que nessa ...