segunda-feira, 16 de maio de 2011

Decifrando o outro.


“As luzes estão voltadas para nós. É agora! Não vai me convidar para dançar? Guardei esse momento para compartilhar com alguém que valesse a pena. Valer à pena? Como posso saber... Bom, vou modificar essa frase: “...Com alguém que tentasse entender a língua que falo”.

Já imaginou o que o outro sofre, enfrenta, para entender e conseguir decifrar o que você fala? Acho que em nenhum curso de idiomas “ele” conseguiria entender, mas, garanto que na escola da vida dos relacionamentos, ele passaria com 10 nessa matéria de entender o outro.

Muitos sofrem justamente por isso: dificuldade de aprender a lidar com o outro, dificuldade em entender o que o outro fala. Alguns desistem, outros passam por cima, muitos cansam e batem a porta e poucos se esforçam a compreender esse idioma difícil falado pelo coração.

Escuto muita gente falando: ‘ Meu namorado fala A e eu falo B’, ‘Nossa! Não entendo o que ele fala!’, ‘Brigamos porque um não consegue entender o outro!’

Já tentou primeiro conhecer, se interessar por tudo que rodeia o outro? Já quis conhecer de verdade quem é a pessoa que está ao seu lado? De verdade, fala para mim: Já se interessou em conhecer a parte chata do outro? Aquela que o outro tenta esconder e a que você tenta evitar?

Pois é. Para entender o idioma do outro é necessário um conhecimento mais avançado sobre quem é esse outro. Esse ser que você diz ‘eu te amo’ mas não consegue entender, muitas vezes o que ele diz.

Gostar do outro, amá-lo, requer provas de conhecimento. É preciso estudo, empenho e dedicação. Ás vezes, é necessário virar uma noite procurando uma solução para aquele problema, é importante escutar quando o outro falar, saber respeitar um silêncio e, não esquecer que “dor de barriga não dá uma vez só”.

Ter curiosidade, interesse pelo outro é um caminho para se saber com quem se está, para saber um pouco mais de quem se ama.

Beijos

@ludfigueira

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Se me atura na BAD, então “ela” (ou “ele”) é para a vida toda.


Chega um momento que continuar a percorrer o caminho escolhido fica difícil. Porque nele, aparecem obstáculos, lágrimas, discussões, irritações, mágoas e driblar essas emoções é só para quem realmente acredita que ao continuar nesse caminho, chegará aonde se deseja.

A convivência a dois, requer em primeiro lugar, a presença de uma palavra bem importante: PACIÊNCIA. Vocês podem não ligar para ela, mas como precisamos dela, ou, como os outros precisam dela para lidar com a gente.

Ninguém vem como os eletrodomésticos, que se não sabemos como funcionam, vem junto um manual de instrução para resolver todas as nossas dúvidas, o que é genial. Mas, somos pessoas e a arte de viver está justamente nisso: Descobrir cada dia um pouco a pessoa amada. As suas particularidades, o tom de voz para saber se o outro está tendo um dia bom ou um dia ruim, as manias, as irritações, os sorrisos... Já imaginaram se a gente viesse com manual de instrução? Que tédio seria? Não teríamos nada para descobrir, não teríamos um briga para saber como é bom reencontrar o outro no final.

A paciência ela ajuda naquele momento onde você está vendo que o outro vai explodir, pois as “patadas” que você anda levando é um sinal disso. Entender que não é com você essa bad e permanecer ao lado do outro, é um sinal de compreensão e paciência. Claro que não somos santos e nem todos os dias a gente está com o espírito da “Madre Tereza” do nosso lado. Nesses dias de bad coletiva descobri que ficar em silêncio para evitar falar o que não deve e também para evitar deixar o outro ainda mais puto é dica certa!

O amor cresce e traz consigo novas responsabilidades. Não desapontar esse sentimento, requer carinho e dedicação para desempenhar seu papel como namorada (o), esposa (o)... O amor quer somar, quer criatividade. Não podemos ficar parados no tempo, na vida, assim como também não podemos ficar parados no nosso relacionamento... Lembrem-se da admiração que deve sempre existir de um para outro...

Alguém perguntou:- --- Não vamos mais brigar mais? Não é?

O outro respondeu: ---- Lógico que vamos! E muito! Umas das formas de aprender a lidar com o outro...

É verdade. Claro que ninguém aqui está defendendo brigas no relacionamento. Ainda mais aquelas bobas, que só desgastam a relação. Mas, estou dizendo que, brigar faz parte do relacionamento e não é só para fazer as pazes depois, é para conhecer um pouco mais do ser amado...

A sensação mais incrível, aquela que te deixa sem palavras, é quando você, com sua bad interna, estraga um encontro com o amado, falando várias besteiras, criando um clima ruim e o outro permanece ali, do seu lado e com o tempo você vai se acalmando e o outro te leva para esfriar a cabeça...Quando a irritação e a insatisfação interior vai embora, você olha para o lado e vê seu amor ali, dando apoio e carinho para você. Você olha para ele e diz : ---“Eu te amo, me desculpa! Obrigada por estar aqui” O outro te abraça com carinho, dá uma piscadinha e diz:----“Eu também te amo! Não precisa agradecer”. Reconhecer isso é um passo para aprender a controlar sua bad e ter mais paciência na vida. Até porque amor como esses, não se encontra em qualquer esquina....

Beijos

@ludfigueira

quarta-feira, 4 de maio de 2011

2011 – O Ano das Primeiras Vezes...


Não chegamos nem na metade do ano e olha quanta coisa já aconteceu em nossas vidas? Olham, quantas pessoas passaram pela sua vida? Quantos lugares você conheceu ou por quantos atalhos você percorreu? E as coisas que pareciam impossíveis e agora se mostram de uma maneira possível demais que chega a assustar... Vai encarar?

Lógico! É por nossa vontade de conhecer os outros, de viver emoções que possam se tornar parte de uma vida toda, que arriscamos! Decidimos fazer parte dessa adorável arte de viver! De se jogar para a emoção e no ar, tentar recuperar algo da razão.

E o que sempre pareceu errado, e o que você sempre criticou nos outros pudesse agora estar acontecendo a você? O mundo dá voltas, as coisas mudam e mudam sempre! Nada é por acaso e você não vive só, vive em sociedade onde tudo com todos acontecem todos os dias. Ainda mais se for uma mudança por amor, um surto apaixonado, uma loucura de viver ao lado desse amor, mesmo que o relacionamento esteja no início, ou até mesmo não tenha os anos de relação admitidos por uma sociedade, ou por uma regra da vida, mas se quer ao lado para um sempre que não se sabe quando é, mas que não quer que chegue nunca!

Outro dia estava num bar, com amigos e discutíamos sobre relacionamentos. Dois eram contra que um casal de namorados se visse todos os dias, alegando que ambos viessem a cair numa rotina profunda e com isso, sem novidades o relacionamento iria se direcionando ao abismo profundo, já o outro casal, defendia a opção de se encontrar todos os dias, alegando que a vontade e a saudade existem e ao vivo é sempre melhor do que qualquer outro meio de comunicação. Esse último casal defendeu a idéia de que um pouquinho todo dia é salutar, e a saudade existe sempre. Mesmo entendendo que o primeiro casal quis colocar a questão de se desgastar uma convivência por falta de novidades quando o tal casal fosse para a etapa casamento, morar juntos.

Resumindo, os mais velhos nunca devem ser ignorados. Mas não é por causa disso que você não deva fazer isso ou aquilo. Quando há amor de verdade, sempre o casal encontra uma maneira de tornar o sonho em comum em realidade. Cada um acha uma coisa, cada um tem uma verdade e uma opinião sobre esse ou aquele assunto. Descubra a sua verdade, o seu caminho, a sua felicidade.

Seja um casal amigo, não desistam e nem deixe com que o outro desista. O amanhã depende da união de vocês hoje, do amor que vocês regam e cuidam todos os dias.

Siga o caminho, mesmo que ele nem sempre se apresente com flores. Pois tudo que é mais difícil e complicado de se conquistar, se dá mais valor.

Beijos

Lud Figueira

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Verbalizações do amor.


Ando aprendendo que o coração faz escolhas e sua razão aceita-as ou não. Nunca tentei ir contra as escolhas do meu coração. Muitas foram escolhas sofridas e outras afortunadas, mas, aprendi e aprendo com ambas. Então, considero que o coração tenha uma razão sim, mas, como não podemos dizer com propriedade e nem julgar, é uma razão desconhecida, com uma lógica qualquer que não enxergamos e com isso, achamos que o coração só tem emoção, pois na maioria das vezes não raciocinamos diante do sentimento e sim, nos deixamos ser levadoS por tal.

Por falar em sentimento, como racionalizá-lo diante daquela paixão avassaladora? Como dizer não querendo dizer sim? Como manter a responsabilidade intacta e não se deixar contaminar pela intensidade do amor? Ou seria da paixão? Acredito que o amor seja mais compreensivo que a paixão, pois sem dúvida é um sentimento mais calmo e entendido. A paixão acelera o rumo das coisas, muitas vezes faz com que pulemos etapas importantes no caminho para a felicidade a dois.

Não que esteja falando mal da paixão. Ela deve existir sempre numa relação. A paixão é o tempero principal que o amor usa para se manifestar loucamente espantando a rotina do dia-a-dia. Ela não deve ser um período, deve ser uma continuação no seu eterno romance. Mas, que ela ás vezes atrapalha o meio de campo quando se perde a moderação, isso não se pode negar.

Manter um equilíbrio no relacionamento é quase uma tarefa de super herói. Até porque, imaginem só: Já é difícil manter o nosso próprio equilíbrio, que dirá de uma relação, onde se depende do outro? Autocontrole? Meditação? Busca por uma religião? Tudo é válido no mundo dos amantes.

Até porque a receita da felicidade é algo particular: Cada uma tem a sua. Saber o que se quer e o que se busca já é um começo. Lembrando que a sua felicidade não deve depender do outro e sim, só de você. O outro deve contribuir somar à sua felicidade. Compartilhar e nunca fazer do outro um uso de dependência, pois leva qualquer plano de felicidade ao fracasso.

Amor, paixão, razão, coração, equilíbrio... Seria fácil harmonizar todas essas palavras se não existisse em nosso dicionário a palavra intensidade. Esse bichinho insano que faz da gente gato e sapato, caçadores insaciáveis, sonhadores iludidos e ao mesmo tempo, nos dá um gostinho de aventura incalculável.

Vamos tentar arrumar esses itens que estão bagunçados na nossa vida?

Vale uma tentativa!

Beijos

@ludfigueira

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Em busca da REALIDADE.


Ás vezes as coisas ficam embaralhadas. A sua cabeça parece que vai dar um nó. Bate um desespero, uma depressão e, você, acuada, fica sem saber o que fazer, para onde ir.

Seus medos, receios e inseguranças tomam conta de tudo e você, sem forças se entrega ao lado negro da força. Sua companhia não é bem quista, seu relacionamento desanda e seu baixo-astral contamina todos ao seu redor. Que pessoa é essa que você se tornou? Onde foi que você perdeu as forças de lutar para ser uma pessoa melhor? Que tipo de pessoa você quer ser? Perdeu não só o amor próprio como também o respeito por si mesmo.

Nesse momento, você começa a colecionar perdas e vazios cada vez maiores. Precisa levantar e sair dessa. Sabemos que algumas pessoas nos podem ajudar, mas para sair desse estado de inércia e pessimismo total só você, com sua força, com suas próprias pernas poderá fazê-lo.

As coisas não são fáceis. Mas posso garantir que quando conseguimos atingir nosso objetivo há tanto almejado, quando conseguimos vencer obstáculos, quando conseguimos fazer algo produtivo e do bem, a sensação é tão boa! Uma luz cheia de energia e amor nos envolve e tudo aquilo que estava escuro, começa a clarear, tomar formas e as soluções que não se enxergavam agora se mostram para você.

Vou dizer que tudo que vem fácil, vai embora fácil. Isso também tem a ver com os relacionamentos. Uma relação estagnada, não dá frutos. Ou seja, não tem amanhã. A conquista é um trabalho diário que requer paciência e calma, pois somos diferentes um dos outros. Nem sempre o sol que você está vendo o outro consegue ver, ás vezes o outro está num dia nublado, com pancadas de chuva. Aí, nesse caso, muitas vezes o silêncio vale ouro. Basta demonstrar seu companheirismo e já é o suficiente.

Nossa geração é muito mal acostumada. Temos tudo de um jeito muito fácil e não damos o valor que merece. Nossos avós, nossos pais, lutaram e lutam desde cedo, muitas vezes para oferecer uma mordomia ou facilidade que não damos atenção. E com isso, nos tornamos um ser humano fraco, sem objetivos. O pior de tudo, não aprendemos a amar.

Levamos na maioria das vezes frustrações para nossos parceiros e por uma insatisfação interior contaminamos uma relação que ao invés de construirmos, começamos a destruir.

O passado serve de lição para a vida toda. Para seu presente e para seu futuro. Já passou da hora de crescermos e nos tornarmos um ser humano digno e verdadeiro.

Mas, sempre é tempo de recomeçar e fazer sua vida algo que valha a pena.

O mesmo vale para seu relacionamento. Cuide do outro como você gostaria de ser cuidado. Não faça com o outro o que você não gostaria que fizesse com você. Saiba separar as coisas, pois assim saberá solucionar um problema de cada vez e não tornar tudo um grande drama.

Vamos crescer!?

Beijos

@ludfigueira

domingo, 10 de abril de 2011

O Super herói da nossa vida também tem medo.


“Forte, seguro de si, cheio de opiniões marcantes. Calmo e paciente me mostrou um mundo que só havia visto em filmes de ficção. Mostrou-me como o amor pode ser real, louco e apaixonante. Ensinou-me o que é saudade, aquela “coisa” gostosa e ruim que sentimos todas ás vezes que nos despedimos do ser amado ou, quando, mesmo na presença dele, continuamos a sentir... Mudou me olhar, aprimorou minha percepção sobre a vida e sobre as outras pessoas. Trouxe-me um milhão de possibilidades, ampliou meu mundo e diversão e amor me ajudou a conquistar.”

Para meu amor, por Lud Figueira

Não é fácil. Namorar é uma convivência de dias maravilhosos, outros nem tanto e alguns péssimos. Verbalizações para conhecer o outro e seus pensamentos, sua forma de ver e lidar com os problemas da vida. Onde solucioná-los parecem, muitas vezes, um jogo de quebra-cabeças.

O medo de ser uma marinheira de primeira viagem, de não saber como tudo funciona e só ter o conhecimento de teorias e nenhuma prática, me levaram muitas vezes à medos, à questionamentos, à loucura da ansiedade de querer entender o que talvez o próprio amor desconhece e não busca entender, busca sim, viver.

Sem pensar em mais nada, me entreguei e apenas vivi. Não fui a cartomantes, não usei florais, não procurei conselhos milagrosos e nem fiz promessas á anjos e santos. Ao contrário, embarquei na montanha russa do amor e fui. De repente me vi fazendo coisas que jamais havia imaginado, ações que achava que nunca iria pôr em prática, pensamentos fortes e uma posição firme ao lado do amor.

Foi quando, percebi o que eu sou de verdade. O que quero de verdade.

Nesse momento, meu super herói me demonstrou medo. Pois no começo, sem querer, lhe dei de presente alguns receios e medos que carregava há anos. Ele, me ajudou a vencê-los e eu, o confundi.... Foi aí que eu o amei mais. Foi aí que percebi que ele me ajudara a ser eu, a me encontrar e eu o havia feito com que ele percebesse da onde vinha meus medos e receios e ele, deixou aflorar os dele.

Senti-me mais próxima daquele homem. Daquele que não sei explicar, me encantou, me viciou e me libertou de um mundo sem vida e chato. Daquele que me mostrou o carinho, o abraço e o beijo de verdade. Daquele que me aceitou com todas as falhas e acertos, com todas as manias, como eu sou.

Esse homem possui defeitos e qualidades, erra e acerta, fica chateado e também sabe ser feliz. Seria um homem normal como qualquer outro, a não ser que para mim ele não é qualquer um: Ele é um super herói do meu conto de fadas.

Beijos

@ludfigueira

terça-feira, 29 de março de 2011

FICAR JUNTO? Ou ESTAR PERTO?


“Gostaria de encontrar uma fórmula para nunca mais precisar me despedir de você. Acho que vinte e quatro horas não são suficientes para nós dois. Mas, quer saber a pior parte? Dormir e acordar longe de você...”

Estava conversando outro dia, e me deram a seguinte definição sobre namoro e casamento. No namoro, há o interesse de “ficar junto”, ou seja, vocês aproveitam o tempo fazendo tudo juntos, se isolam do mundo, ficam egoístas, pois o tempo de vocês é pouco para compartilhar toda hora com amigos, família. No casamento, o interesse é “ficar perto”, ou seja, um pode estar trabalhando no quarto e o outro lendo na sala, mas cada um sabe que o outro está ali...

Perfeito! Fico com os dois...

Cada etapa de um relacionamento é um degrau importante. Para se completar um caminho há que se completarem as fases, igual a um vídeo game. Você passa por fases fáceis, outras difíceis, até chegar ao final. Ou a um novo começo... Mas você só vai saber o que virá, ao passar por cada fase, ou seja, não vale pular, mesmo que a vontade seja essa...

Gostaria de compartilhar o que considero ser um namoro de verdade:

Existe o estado da paixão, existe a possível permanência desse sentimento em nossas vidas. O “amo você” cada dia conhece uma proporção maior,

Tudo que você achava ou acreditava ou pensava, esquece! Só vivendo um dia após o outro ao lado de quem se ama para ver que seus pensamentos de antes não são os mesmos... O amor modifica seu olhar, pois a todo o momento um turbilhão de sentimentos diferentes lhe invade... E não há manual de instrução, você se joga se entregue e aprende um pouco a cada dia.

O namoro é um teste, é uma convivência, é um compromisso, é uma doação. É um querer, uma curiosidade sem fim pelo outro, de querer conhecer cada pedaço, cada cheiro, cada sorriso e cada tristeza. É querer estar, compartilhar todos os momentos da vida. É ter em mente que momentos “bads” ajudam no fortalecimento do relacionamento, pois ninguém é perfeito, o que torna tudo mais humano e descontraído.

É olhar para o outro e se sentir incrivelmente completo. É saber aprender com os erros, e também reconhecer quando o outro está certo... É ter uma rotina e sair dela quando se queira, é desafiar seus limites e testar sua paciência.

Um namoro é uma entrega total de duas pessoas que se amam e que não possuem medo de arriscar, de errar, de VIVER!

Beijos

@ludfigueira

Ela representa todas nós

Ela representa todas nós. E percebeu que não precisa desatar nenhum "nó" porque pode muito bem viver só. Ela confessa que nessa ...