segunda-feira, 28 de abril de 2008

Até que ponto os problemas do “outro” atrapalha a relação

Por mais sólido que seja o seu relacionamento, tudo tem seu limite.
Infelizmente não é todo dia que acordamos com aquele sorriso “colgate” no rosto. Trabalho, estudo, aqueles desentendimentos no campo familiar, nas amizades e sem contar com os terríveis dias da TPM, muitas vezes acabamos explodindo e sobra para quem: Para o namorado (a).
E aí? Desabafar é uma coisa, despejar os problemas em cima do outro num daqueles dias, uma vez ou outra, tudo bem. Mas cair na rotina de só falar de problemas, descontar sempre no outro os péssimos dias, não é nada legal.
Até porque ninguém tem “sangue de barata”, uma hora o outro cansa e você então terá mais um problema. Seu relacionamento vai ficar “daquele jeito”: O que já estava no “cheque especial”, agora despencou para o “vermelho”.
Todo mundo tem problemas. Mesmo que não têm, costuma criá-los. Mas isso é algo que só você pode resolver. Uma coisa é conversar, pedir uma ajuda, um conselho, outra é descontar tudo em cima de alguém que só quer o nosso bem, é uma atitude egoísta que na hora da explosão a gente não percebe. Isso vale não só para os namorados (as), como também para os amigos.
É complicado pensar no outro, quando estamos tendo “aquela semana perrengue” onde tudo parece conspirar para sair errado. Mas é sempre bom lembrar que vivemos em sociedade e não sozinhos numa ilha deserta.
Também esse lance de falar: “ah! Ele (a) me ama, vai me entender...” Isso é muito bonito de se pensar, mas não é por isso que você vai “montar em cima” do outro e fazer o que quiser.
Portanto, saber separar as coisas é uma boa maneira de se evitar mais problemas.

Beijos

Lud Figueira

2 comentários:

Bernardo Besouchet disse...

Cumplicidade é importante, mas acima de tudo: respeito.

Não existe relação entre homens e mulheres quando o respeito acaba.

Problemas, muito bem dito, todos temos e feliz daqueles que não se abatem ou se deixam notar cheio desses problemas corriqueiros causados pela rotina absurda que somos submetidos atualmente.

E a discrepância de sentimentos é algo que não deve existir. Cada pessoa gosta da sua maneira e demonstra através das atitudes que lhe são pertinentes. Analisar o quão um gosta do outro é cair no erro de achar que a relação está, digamos, torta.

E por aí vai...

Joana Ramalho disse...

Nossaaa a pauta da arvore hj rendeuuu!!!! Ficou ótimo o texto como todos os outros, tava c saudade do blog, vê se não desiste desse... Não canso de falar q vc escreve mto e tem q aproveitar esse seu dom!
Te amo!
Bjos Jo

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