amigos,
O blog está de férias. Nada de saudades, pois em fevereiro tudo voltará ao normal.
Beijos
Lud Figueira
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Ponto dos Mentirosos

Quanta historinha a gente escuta por aí. É um tal de: "Linda, eu só estou com você!", "Você é a mulher perfeita para mim!", " Amor, eu não saí com os parceiros ontem, fiquei dormindo em casa!", "A gente vai namorar!"...
Na maioria das vezes, acreditamos nessas "mentirinhas" por medo de perder esse "pouco" que temos, ou de repente de perder o que não temos. Louco, não?
Talvez a culpa dessa falta de amor, consideração entre as pessoas (Afinal, tudo está tão complicado) seja porque quando encontramos alguém, mesmo que não seja a perfeição que estávamos esperando, acabamos por aceitar palavras que, no fundo, duvidamos da sua verdade. Mas, aceitamos. Medo de continuar só? O que não sabemos é que ao aceitar essas migalhas continuamos só, vagando pelo mar da solidão.
Pequenas mentiras, futuras verdades. Até quando seremos coniventes com esse jogo duplo? Com essa ardilosa e traiçoeira tática para não magoar o outro e continuar mantendo o mesmo prisioneiro de uma relação que não há verdade, que é falsa?
De repente a comodidade de ter alguém para ligar todo dia ao chegar do trabalho, ou ter alguém com quem dividir domingos solitários, alguém para esquecer o vazio provocado pela noite anterior, ás vezes homens e mulheres mantêm seus parceiros por questões mesquinhas e egoístas, esquecendo de pensar por um momento como isso fará mal ao outro.
Como acreditar em seus parceiros? Como estabelecer uma relação de confiança e respeito? Acredito que começar um relacionamento baseado na verdade, é um bom começo. É válido lembrar que nem todo mundo sabe lidar com determinadas verdades e de repente ao ser sincero demais você acabe se expondo de uma forma com que as palavras ditas se voltem contra você mesmo. Todos possuem verdades secretas. É necessário saber respeitar isso no outro.
Um jeito de tentar não ser enganada é sem dúvida não se auto enganar- Nós mulheres temos um péssimo hábito de fechar os olhos para evitar brigas ou discussões- Algo que não é nada bom. Precisamos criar o hábito de falar, de não guardar sapos e soltá-los na hora errada.
Não duvidar da própria intuição é o primeiro passo. Tudo bem que ás vezes vemos um pouco demais, mas é difícil uma mulher desconfiar de algo e estar errada.
Não deposite sua felicidade no "amado", encontre-a sozinha e depois compartilhe-a com o próprio.
Beijos
Lud Figueira
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Uma Batida Diferente
Sempre existe um cara, em nossa vida, que por mais tempo que passe, o nosso coração sempre irá bater diferente ao encontrá-lo. Têm outros, que é como se não houvesse acontecido nada, não fez diferença, não acrescentou, na verdade; em nada mudou.
Esse cara que faz o nosso coração bater mesmo que não haja mais nada, mesmo que seja algo "superado", para sempre existirá em nossa vida. Seja em forma de lembrança, pensamento, de sonho, de música, não importa; sempre terá um lugarzinho para "ele" em nossas vidas.
Esse tal cara de quem eu falo, não é um casinho de dias, semanas ou meses. Não foi aquele sexo de uma noite, não foi um amor de verão, não foi o fortão da academia ou o intelectual da faculdade, foi o inesperado, foi um cruzar de olhos que não se encontra em qualquer esquina, em qualquer tribo.
Esse amor é intocável, é inesquecível, mas é superável. Colocamos um fim, mesmo que seja fictício, para nossa tranquilidade emocional precisamos de uma definição, mesmo que essa, ainda não tenha sido verbalizada.
Há orgulhosos que ousam em achar que outros possuem esse sentimento puro e maravilhoso que se chama amor por eles. Esses, são pobres homens inseguros que não foram capazes de amar, pois não conhecem a profundidade de tal sentimento.
Mas, existem os que amaram e não foram amados, que, ao invés de se fecharem para possíveis novos amores por caírem no abismo da desilusão, da rejeição, da solidão, souberam perder e acreditaram numa manhã melhor. Esses, puderam ser felizes e compartilhar essa felicidade com o ser amado, viveram sem rancores, sem inseguranças, começando do zero, começando mais um capítulo, sem transferir as feridas do antigo relacionamento, começando denovo.
Menos orgulho e mais sinceridade.
Beijos
Lud Figueira
Esse cara que faz o nosso coração bater mesmo que não haja mais nada, mesmo que seja algo "superado", para sempre existirá em nossa vida. Seja em forma de lembrança, pensamento, de sonho, de música, não importa; sempre terá um lugarzinho para "ele" em nossas vidas.
Esse tal cara de quem eu falo, não é um casinho de dias, semanas ou meses. Não foi aquele sexo de uma noite, não foi um amor de verão, não foi o fortão da academia ou o intelectual da faculdade, foi o inesperado, foi um cruzar de olhos que não se encontra em qualquer esquina, em qualquer tribo.
Esse amor é intocável, é inesquecível, mas é superável. Colocamos um fim, mesmo que seja fictício, para nossa tranquilidade emocional precisamos de uma definição, mesmo que essa, ainda não tenha sido verbalizada.
Há orgulhosos que ousam em achar que outros possuem esse sentimento puro e maravilhoso que se chama amor por eles. Esses, são pobres homens inseguros que não foram capazes de amar, pois não conhecem a profundidade de tal sentimento.
Mas, existem os que amaram e não foram amados, que, ao invés de se fecharem para possíveis novos amores por caírem no abismo da desilusão, da rejeição, da solidão, souberam perder e acreditaram numa manhã melhor. Esses, puderam ser felizes e compartilhar essa felicidade com o ser amado, viveram sem rancores, sem inseguranças, começando do zero, começando mais um capítulo, sem transferir as feridas do antigo relacionamento, começando denovo.
Menos orgulho e mais sinceridade.
Beijos
Lud Figueira
domingo, 4 de janeiro de 2009
Clima de Romance

Calor humano, no verão, que delícia!
A dica para esse verão: Nada de brigas, de cara feia, mau-humor, "bads". A boa é beijar muitooooo, fazer muita arte, aproveitar ao máximo, encontrar as amigas, renovar as energias da noite anterior na praia, olhar para o sol e o mar e fazer um pedido(depois de agradecer por mais um dia lindo), rir, rir e rir, pois é sempre o melhor remédio!!!
Segue um poema do Domingos Oliveira:
"No verão
o corpo brinca de sol queimado,
exuberância de vegetação, onda de mar salgado,
trazem a inconsciência doce do amor
Melhor trepar do que pensar no verão
Melhor dizer sim que dizer não
Melhor que seja o que for
No verão
Soou a hora de ficar nu no paraíso
Beber água gelada porque é preciso
Sentimentos nascem melhor que pensamentos
No verão
Até as chuvas parecem paixões,
de tão violentas e passageiras
No verão
Quem já beijou sua amada sob a chuva torrencial?
Quantos amores nascem e morrem no verão?
O entardecer aplaudido como obra de pintor maior
abrindo a cortina para o espetáculo da noite
a Via láctea rasgando como açoite o céu
dominada pelo caçador que tem três marias no cinturão
É a vida, é o verão, amor meu
Tudo o que era morto renasceu
E ainda cabe a observação banal
quem é gerado em janeiro
nasce em setembro como eu
ligando assim a estação dos amores com aquela outra das flores
O verão toma conta do mundo
Imperativamente
Enquanto eu escrevo este poema vagabundo e torto
Excessivamente rimado em ÃO e ADO
Perdão e obrigado
é o VERÃO
Domingos Oliveira
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Beijos
Lud Figueira
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Juntos em 2009!!!

Um ano se vai e um novo ano começa, inteirinho para acertar, errar, chorar, rir, ter momentos maravilhosos, alguns não tão bons, mais amizades, mais amores, menos despedidas, enfim: Mais uma chance de mudar, mais uma chance novinha de consertar as coisas, uma nova chance para você!
Mãos dadas. Sempre achei algo íntimo, carinhoso, significativo. Desejo para todos em 2009 uma intimidade dessas: Um amor calmo e companheiro, uma verdade, uma vida à dois.
Para o último texto do blog de 2008, não poderia faltar a participação de um trecho da crônica da Martha Medeiros de domingo passado, que se chama: Sem medo de perder.
"Adeus ano velho. Foi ótimo, foi péssimo, foi fácil, foi difícil, me dei bem, me machuquei, teve de tudo. As coisas boas naturalmente vão se acomodar na minha mochila e vir comigo, mas e tudo aquilo que não cabe mais na minha vida? Faço o que com o excesso de peso? Para que possamos receber o novo, é preciso deixar para trás desejos antigos. Isso não significa que a gente não deva guardar boas lembranças, mas não dá para se agarrar a isso como a uma âncora. A gente só pensa em ganhar, mas é preciso aprender a perder".
Novas vontades, novos planos, novas sensações!
Que venha um novo ano, que venha o novo!
Feliz 2009!
Beijos
Lud Figueira
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