terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Ponto dos Mentirosos


Quanta historinha a gente escuta por aí. É um tal de: "Linda, eu só estou com você!", "Você é a mulher perfeita para mim!", " Amor, eu não saí com os parceiros ontem, fiquei dormindo em casa!", "A gente vai namorar!"...
Na maioria das vezes, acreditamos nessas "mentirinhas" por medo de perder esse "pouco" que temos, ou de repente de perder o que não temos. Louco, não?
Talvez a culpa dessa falta de amor, consideração entre as pessoas (Afinal, tudo está tão complicado) seja porque quando encontramos alguém, mesmo que não seja a perfeição que estávamos esperando, acabamos por aceitar palavras que, no fundo, duvidamos da sua verdade. Mas, aceitamos. Medo de continuar só? O que não sabemos é que ao aceitar essas migalhas continuamos só, vagando pelo mar da solidão.
Pequenas mentiras, futuras verdades. Até quando seremos coniventes com esse jogo duplo? Com essa ardilosa e traiçoeira tática para não magoar o outro e continuar mantendo o mesmo prisioneiro de uma relação que não há verdade, que é falsa?
De repente a comodidade de ter alguém para ligar todo dia ao chegar do trabalho, ou ter alguém com quem dividir domingos solitários, alguém para esquecer o vazio provocado pela noite anterior, ás vezes homens e mulheres mantêm seus parceiros por questões mesquinhas e egoístas, esquecendo de pensar por um momento como isso fará mal ao outro.
Como acreditar em seus parceiros? Como estabelecer uma relação de confiança e respeito? Acredito que começar um relacionamento baseado na verdade, é um bom começo. É válido lembrar que nem todo mundo sabe lidar com determinadas verdades e de repente ao ser sincero demais você acabe se expondo de uma forma com que as palavras ditas se voltem contra você mesmo. Todos possuem verdades secretas. É necessário saber respeitar isso no outro.
Um jeito de tentar não ser enganada é sem dúvida não se auto enganar- Nós mulheres temos um péssimo hábito de fechar os olhos para evitar brigas ou discussões- Algo que não é nada bom. Precisamos criar o hábito de falar, de não guardar sapos e soltá-los na hora errada.
Não duvidar da própria intuição é o primeiro passo. Tudo bem que ás vezes vemos um pouco demais, mas é difícil uma mulher desconfiar de algo e estar errada.
Não deposite sua felicidade no "amado", encontre-a sozinha e depois compartilhe-a com o próprio.
Beijos
Lud Figueira

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