Ah! Como é difícil manter a palavra.
"É verdade. Eu menti. Menti e me preciptei para evitar um sofrimento futuro, como se eu tivesse bola de cristal. Conclusão: Meus pensamentos ainda possuem você como dono e eu, na ilusão de estar me "protegendo", questiono com o passar dos dias minha (feliz ou infeliz) decisão em me afastar de você. Me pergunto como você está. Se por acaso, meu rosto assalta seus pensamentos, se aquela noite te persegue como persegue a mim... Como um rápido envolvimento pôde me deixar assim? E as regras? E o jogo? E o lance de não se envolver? De não se apaixonar...."
(Trecho do Arquivo pessoal por Lud Figueira)
Ah! Paixão é um sentimento complexo, que não tem hora de chegada...Simplesmente vem, se instala e provoca as reações mais loucas num ser humano...É a perda do controle, é a busca incansável por mais uma noite, por "apenas" mais uma vez, tornando o ser em questão, prisioneiro de algo que não se sabe ao certo, mas perigoso de se aventurar...
De que vale a palavra dada? Mostrar amor próprio? Mais do que vale esse amor próprio se por dentro você se encontra destruída, arrasada...Será que evitamos um sofrimento ou o preciptamos?
Drama, drama, drama...
Cara certo ou cara errado?
Quem sabe...
Beijos
Lud Figueira
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