terça-feira, 30 de setembro de 2008

Saber deixar alguém gostar de você.

Sinto cheiro de coisa nova. Está na hora de deixar o sol entrar, renovar idéias, dar adeus ao passado, a idéias ultrapassadas... Manter a mente aberta, se permitir gostar de alguém e aceitar a possibilidade de algo novo em nossa vida.

Estamos tão acostumados a não dar continuidades aos encontros, a não ligar, a não procurar, a jogar, a viver pela metade, a não se entregar, que ás vezes acabamos perdendo uma boa oportunidade, uma chance de sair desse vazio, uma chance de conhecer alguém; alguém que valha a pena, algo praticamente raro, que se prestarmos atenção pode estar ao nosso lado.

A felicidade se tornou tão escassa, que quando "ela" bate em nossa porta, demoramos para abrir, tamanho é o susto, o não acreditar que, a felicidade chegou, demorou, mas chega para todos.

Chega de se machucar, de perder tempo com quem não está a fim de você, com alguém que na real, não quer nada sério, está apenas passando tempo! Saia dessa bad!

Dê uma chance ao novo, permita deixar alguém conquistar seu coração, sem precisar fazê-lo sofrer. Saia dessa sina de "mulher de malandro"!

Beijos

Lud Figueira

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Comunicado

hoje, nas bancas, sai uma matéria minha no Jornal do Commercio.

Uma matéria sobre as diversas Tribos entre os jovens!!!

Confiram!!!!

Beijos

Lud Figueira

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Mudanças em vão

Por André Paez


Ele achou que poderia dar certo
Ficou feliz com a novidade e se cuidou
Repensou a vida, repensou as atitudes, caprichou no comportamento
Fez destas mudanças o seu mais novo desafio
Acreditou mais uma vez que nada seria em vão, e se empenhou
Quis esperar um aceno qualquer, para confiar na sua decisão
Fez dos seus novos planos uma maneira de viver melhor
Abriu mão de atitudes que certamente o comprometeria
Deu sentido ao coração, tentando esquecer as dúvidas
Mas as dúvidas foram persistentes e elas falaram pelo seu coração
Elas trouxeram a inquietação, a pressa e o erro nas suas decisões
Mas tudo por culpa de um único motivo: a ausência de sinais
O silêncio ganhou destaque, fez o que quis e como quis
Deixou um mar de incertezas e perguntas
Um mar revolto, onde o barco da razão jamais havia navegado
E ela sem culpa, meio sem saber, meio sem entender, meio sem vontade
Meio dividida, meio metade, meio imperfeita, meio distraída, meio sei lá...
E meio a isso tudo, nada fez
Até percebeu as mudanças, até percebeu o empenho, mas só percebeu
E de novo, nada fez
Cada um pra um lado, cada lado sem o outro, cada um na sua, cada qual
Ela pediu um tempo ao mundo. Até pensou que ele poderia esperar.
Mas o tempo passou (como tudo que passa)
E de que valeram essas mudanças?
Será que valeu em algo essa transformação?
Perguntas...
Decidiu seguir, decidiu levar à frente essas mudanças
Está decidido
Eis que surge uma nova personalidade, repleta de sentimentos castos e sensíveis
Mas que não serão remetidas a ninguém
É fato, é peculiar, é dela
Porém, isto serviu pra algo, serviu como prova, como experiência, talvez
E essa não será a primeira vez. Alguém vai perceber essas mudanças
Elas não aconteceram inutilmente
Se ela vai voltar?
Não sei. Mas ele mudou...
...e passa bem


Beijos
Lud Figueira

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Fase Cafona !!!

Regras:

1- Nunca chama a "gatinha" pelo nome. Usa sempre apelidos carinhosos: Fala princesa! Oi, coração! Fala minha rainha! Deusa...

2- Na hora H, gostam de sexo "pornograficamente" falado. (Ou seja, fazem perguntas do tipo: Está bom? , Está gostoso? E outras perguntas impróprias para este horário, pedem elogios e costumam se olhar bastante, auto elogiando a performance.)

3- Gostam de ostentar, na night adoram pedir bebidas, mesa, para atrair as famosas mercenárias.

4- Adoram aparecer, adoram ser o centro das atenções e adoram uma briga pós night.

5- Gostam de mulheres no estilo "glamurosa", rainha do funk, de preferência com o bumbum da mulher melância, "sandalinha de cristal" também está valendo,

6- Possuem carros geralmente grandes, com dvd, mini-frigobar, teto solar e todas aquelas cafonices.

7- São super sinceros, conversam sobre suas outras mulheres, possuem relacionamentos abertos.

8- No meio disso tudo, ainda são marrentos e "oprimem" qualquer pessoa.

9- Possuem uma boa lábia, adoram jogar e sempre acabam dando a cartada final.

10- Possuem um "fraco" por "piranhas".(desculpem o termo)

Obs: Possuem coleira, pulseiras e anéis, mas são de ouro amarelo, no estilo bicheiro.

Beijos

Lud Figueira

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

O "doce" azedou...

As pessoas precisam se decidir. O que não dá mais é manter esses "casinhos" por tempo indeterminado.

Você fica uma vez, fica duas, fica três, num intervalo de 1, 2 semanas. De repente a "coisa" parece que ganhou um gás, mas depois você percebe que foi apenas uma empolgação do momento...

É uma furada investir em casos como esse. Para que pensar em mudar a relação para algo a mais, se assim, tem tudo e mais um pouco?

Por mais que você tenha sido diferente, se o outro estiver focado em continuar como está, você terá sido apenas mais uma, sintonias opostas... Saia dessa.


A facilidade é cômoda. A dificuldade atrai...


Pense no que você quer, seja verdadeiro ao menos com você.
Caia fora de "casos de pele", de sexo casual, de promessas e esperanças fantasiosas...
Saber se respeitar, saber se valorizar, saber falar o tão temido não!


Lembre-se: Você não pode perder o que nunca foi seu!

Não podemos deixar a carência que nos cerca falar mais alto. Não adianta topar qualquer "parada" por medo de ficar sozinha! Porque ás vezes ter alguém é o mesmo que não ter...


Beijos
Lud Figueira

sábado, 20 de setembro de 2008

O número chamado encontra-se desligado ou é inexistente.

Fora do ar.

Colocando pensamentos em ordem, fazendo uma faxina e eliminando o que não faz bem.

Arrumando papéis, organizando-os, relembrando palavras ditas e prestando atenção aos fatos que se seguiram e em atos concretos. Conclusão: Preciso sair...

Podem dizer que isso é uma defesa, é porque quero fugir, não quero encarar. Podem dizer que sou pessimista, ansiosa e estou tirando conclusões precipitadas, não me importa mais.

Realmente eu estou pedindo para sair, estou entregando o jogo, saindo de cena, desistindo.

É isso.Talvez porque eu seja assim: Intensa demais, apaixonada demais, amante demais, insaciável demais, falante demais, gulosa demais... Acaba que eu, penso demais.

Sim. Estou falando de um flerte, talvez alguns encontros, talvez de João e Maria. De repente até de um envolvimento artístico. Que seja.

Estou deixando a tela em branco para quem queira se aventurar.

Esse capítulo eu não vou mais escrever. A pauta dessa matéria caiu. As idéias se perderam. E a culpa de tudo foi do "travesseiro". Imaginem só: Um travesseiro me abriu os olhos para algo que nunca havia percebido: Tenho medo de relacionamentos.

Dessa vez foi o travesseiro, mas outras vezes podem ter sido obstáculos, barreiras, que coloquei sem prestar atenção.

Fiquei confusa. É, mais confusa. Olha como somatizamos as coisas: Acordei me sentindo a pessoa mais fria do mundo. Que contradição: Eu, a pessoa que mais acredita no amor, em relacionamentos, que sempre tem uma palavra amiga para as horas complicadas, é a pessoa que quando tinha que falar, permaneceu num silêncio profundo, numa frieza assustadora, deixando o outro recitar sozinho seu monólogo.

Mas depois vi que não era nada disso. Que minha postura foi normal, que tudo ocorreu perfeitamente bem, e que foi apenas uma saudade momentânea, foi apenas um teste, foi apenas um encontro para se entender o que estava acontecendo platônicamente entre duas pessoas.

Descobriu-se que não era nada daquilo que pudesse ter sido imaginado. Foi um começo de vontade que se perdeu no meio de tanto espaço, tempo, frio.

Foi uma voz. Que envolveu um artista, lhe inspirou em algumas telas, mas logo se revelou comum a outras. Perdeu-se a graça.

Relaxou. Agora o mar está calmo. As ondas se foram e voltamos a rotina.


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João conquistará novas ondas, com seu jeito único, seu olhar cativante, seus mistérios, seus silêncios, seus espaços, seus carinhos e seu jeito romântico.
Maria, continuará buscando papéis em branco para escrever novas histórias.




Beijos

Lud Figueira

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Regra número 2: Não se envolva

O que você faz quando perde? Corre atrás. E depois? Joga fora.
Simples assim...

Eu não sei de verdade o que acontece. Porque se damos condição, somos legais, eles pisam, se acham no controle, nos manipulam. Se somos "escrotas", não ligamos, não ficamos disponíveis e falando o português claro: "cagamos", eles adoram, correm atrás, parece que ficam até mais excitados!? Que parada louca!

Tudo bem que um joguinho faz parte, não podemos negar, mas até quando? Não tem um prazo de validade?

Homens que me desculpem, mas vocês gostam de uma mulher "escrota"! Vocês gostam da mulher da pista, da mulher que não está de bobeira, da mulher que não sai só com um, da mulher que age como vocês. É uma inversão de valores que vai além do meu entendimento...

Ter amigos solteiros é um bom campo de estudo. Porque eles falam a real. A verdade é que eles adoram uma "piranha" (desculpe o palavriado) , o tipo de mulher que eles mantêm um sexo casual e sabem que ela nunca vai se apaixonar, que ele é apenas uma diversão para ela, isso os atrai, porque o normal é a mulher acabar se apaixonando numa relação como essa.

Duas opções: Ou a gente aprende a lidar com esse tipo de situação, ou entregamos a Deus. Porque é isso, é o que acontece.

As mulheres precisam aprender a usar homens desse tipo. A mulher liga, chama para sair, transa, faz o que quiser e só. Mas só quando ela quiser. É um momento, sem essa coisa de romance, sentimento, isso é algo ultrapassado nos dias de hoje, o momento é ser individualista, ver só o próprio lado.

Que triste, que decadência, que competição: Quem joga mais, quem é o mais "escroto", quem manda pior...

Não. Não dá para relaxar, não dá para deixar rolar, não dá para acreditar que estou no meio dessa palhaçada, dessa cafonice!

Deve haver alguma esperança, alguma luz no fim desse túnel, assim espero!

Beijos

Lud Figueira

Ela representa todas nós

Ela representa todas nós. E percebeu que não precisa desatar nenhum "nó" porque pode muito bem viver só. Ela confessa que nessa ...