sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Alguém tem que ceder...


"... o segredo que mantém tantos casais unidos: homens se sacrificam, mulheres se sacrificam, e fica mais tempo junto o casal que tiver o maior potencial de generosidade."

Martha Medeiros

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Essa é apenas uma frase de uma crônica cheia de grandes verdades sobre a vida à dois. Realmente é importante haver num relacionamento equilíbrio, haver concessões, haver um trabalho em dupla e não de uma única vontade.

O mais comum que acontece é o cara ou a mulher começar a inibir seus desejos, suas vontades com medo de desagradar o outro. A verdade é que um acaba se anulando e assumindo a identidade do outro. Na verdade isso é o grande erro; o interessante é ser como você é, aliás, o outro lhe conheceu desse jeito, foi o que o chamou atenção, ninguém quer namorar com praticamente a própria sombra!?

Para manter a harmonia reinando no relacionamento, é importante saber entender e ouvir o outro. Interessante prestar atenção no que cada um gosta, respeitar o espaço do outro, saber ter confiança.

Por exemplo: Se você adora jogar aquele futebol toda quinta à noite, porque ela não pode aproveitar esse tempo para ir beber um chopp com as amigas? Claro que, nenhum dos dois precisa abusar, basta saber manter uma vida também fora do relacionamento, ou seja, tirar um tempo para a família, amigos e principalmente para você. Um relacionamento feliz não é aquele onde as pessoas passam 24hs grudadas fazendo juras de amor e sim, vivendo suas vidas juntas e também sabendo dividir horários e levar cada um, vida própria.

É preciso está feliz num relacionamento para fazer o outro feliz. Não adianta fazer todas as vontades do outro só para agradá-lo e esquecer-se de você, do que gosta, do que quer. O outro precisa saber o que você quer, o outro precisa ouvir mais você, o namoro é feito de duas pessoas e não só de uma.

O medo de perder o ser amado faz com que nos esqueçamos de nós e passamos a viver só para o outro. É aí que pecamos. Jamais podemos esquecer nós mesmos, jamais podemos nos calar com medo de perder, jamais devemos aceitar migalhas por medo de ficar só. Amor próprio, saber respeitar nossos limites, nossas vontades, ter voz.

Saber encontrar o tom entre a paixão e o amor, entre agradar e se agradar, entre dar e receber.
Conhecer o outro, saber ceder, saber amar...

Beijos

Lud Figueira

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Vida que segue...

Entre erros e tentativas frustradas, fez-se o fim. Mas, a vida continua.
Durante um tempo, as lembranças ficam rondando, se fazendo presente, em alguns momentos você cai numa nostalgia profunda, em outros você nem se quer lembra de nada...

Senti as lágrimas da decepção, daquela tristeza interior, daquele frio que não passa;
Não senti tanto a perda, até porque já estava sem; mas senti as palavras duras que me invadiram, me machucaram, simplesmente foram entrando e causaram um enorme estrago.

Mas, no dia seguinte, não havia sequer uma gota para contar história. O rosto acordara sem vestígios de uma noite mal dormida. Era um novo dia, era um novo começo, era uma menina, talvez uma menina grande, dando a volta por cima.

Essa menina grande continua sua caminhada, sua viagem para encontrar aquele que possui a metade que ela precisa para achar o amor, a verdade, a reciprocidade, a felicidade.
Ela segue, vence uns obstáculos, tropeça em outros, mas não desiste, ela luta, ela cai e levanta, ela se entrega, sente um mix de medo e prazer, ela acredita, ela acredita.

Todo mundo precisa de um amor.

Beijos

Lud Figueira

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Regra número 6: Espere o primeiro contato - Fique longe do telefone.

Telefone...

Ás vezes acho que esse meio de comunicação tão valioso nos faz regredir. Já repararam como ficamos loucos sem "ele"? Tudo acaba girando em torno de uma simples ligação - Se a tal ligação ocorre, damos gritos de alegria ou então nos causa uma profunda decepção; se a ligação não ocorre, a tristeza se instala mas, ao menos, não alimentamos esperanças e falsas ilusões.

Não podemos negar, mas o primeiro passo sempre esperamos que venha do homem. Mesmo para as mulheres mais independentes, modernas, esperam por tal atitude. Se valendo desse cômodo costume, os homens acabam "brincando" com essa terrível espera, e fazem desse primeiro contato algo muito importante: Se o homem liga, mesmo que seja depois de uns três dias (prazo referente à primeira ligação), é um sinal positivo, aliás ele a escolheu, ligou para marcar de conhecê-la melhor, com certeza você foi aprovada para a próxima fase.

Agora se você faz exatamente o oposto, ou seja, não espera o cara ligar e dá o primeiro passo, GERALMENTE, causa um leve desinteresse - O homem gosta desse jogo da conquista assim como nós, mas se eles encontram tudo pronto, perdem o interesse e desfocam de repente de um algo a mais...

Como disse, geralmente é o que acontece. Mas é claro que existem homens que gostam dessa liberdade, dessa procura feminina. Mas o corriqueiro é o homem fazer o primeiro contato. O porque disso nos faz voltar há uma época bem bem distante que ainda se faz presente.

Claro que, depois desse tão esperado contato, uma ligação da mulher não "pega mal". Ou seja, é até interessante haver uma ligação, faz parte desse jogo da manutenção. Se bem que vale lembrar que dependendo do cara que está se relacionando, fazer o tipo "não tô nem aí" é válido.

Por via das dúvidas, fique longe da tentação do telefone, e se distraia. Superticiosos dizem que não é bom também ficar "colada" ao celular, tentar relaxar é a pedida!

Beijos

Lud Figueira

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Regra número 5- Nunca duvide da sua intuição

Com certeza não é de hoje que ouvimos falar sobre a poderosa intuição das mulheres. Mas, nem sempre damos a devida atenção que “ela” merece. Pois bem, quando isso acontece pagamos caro, mas também aprendemos a lição.

Entrando no mundo dos relacionamentos, digamos que a intuição nos passa algo duvidoso; até porque quando estamos nos relacionando com alguém a nossa percepção sobre determinados assuntos fica “meio” alterada, e acabamos naquela dúvida:- “Será que ele está falando a verdade? Será que isso não é coisa da minha cabeça? Posso está ficando maluca....”

Nada como escutar quem está vendo de fora, quem vai dar uma opinião sem está sentindo aquele turbilhão de sentimentos. Claro que nem sempre quem está de fora dá o melhor conselho, mas depois de duvidar da própria intuição, a boa é buscar a ajuda dos amigos.

Eu, por exemplo, sou daquelas pessoas teimosas, que pagam para ver. Ás vezes gostaria que minha intuição errasse, mas é só algo de novo acontecer para “ela” vir e não sair mais de perto! Geralmente a minha intuição é igual conselho de mãe: Nunca erra! Sei que deveria ficar feliz com isso, mas ás vezes, nós mesmos demoramos para sair daquela fantasia criada, daquele suposto mundo perfeito... A realidade na maioria das vezes é bem cruel.

É tanta malandragem por aí, que nem sempre as coisas são o que parecem. Ás vezes tudo aponta negativamente para uma pessoa, não adianta o que ela faça, não passa confiança a ninguém. Mas, ela até pode ser uma pessoa do bem, mas de repente alguma coisa na sua maneira de agir, falar ou pensar, faz com que ela não passe credibilidade a ninguém.

Bom, em todo caso, siga sua intuição. Geralmente coisas mal resolvidas, começos complicados, histórias mal contadas, pequenas mentiras (ou pequenas omissões), já é o primeiro passo para aquela “pulga“ ficar atrás da orelha e tirar nosso sossego!

Nesse fantástico e dramático mundo dos relacionamentos, todo cuidado é pouco!

Beijos

Lud Figueira

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Uma nova chance

Foram duas semanas afastada do blog. Morri de saudades, mas tem horas em que precisamos sair de férias, dar uma circulada, mudar de ares.
Semana passada foi meu aniversário. Fazer 25 anos (um quarto de século) me deixou sem ânimo para comemorações. Mas não posso reclamar, foi uma semana bem movimentada: Quem deveria ter ficado se foi; quem havia sumido, voltou; quando não se espera nada de uma noite, à noite te encanta com surpresas...

O domingo chegou e com ele meus milhões de pensamentos. Na verdade andei por um bom tempo perdida, tentando me encontrar nesse mundo de desencontros, nesse mundo cruel e vicioso mundo dos relacionamentos. Andei testando bocas, conhecendo camas, fazendo apostas, experimentando talvez, um novo estilo de vida. Até que resolvi parar.

Em minha cabeça, uma presença constante me perturbava. Resolvi arriscar, talvez recomeçar um jogo do qual eu havia perdido. Deu certo. Fui aceita no jogo e ao chegar no local marcado me surpreendi, me apaixonei, não acreditei, me entreguei ao doce e amargo momento.

Adoro a manhã seguinte. É relembrar momentos de uma noite especial, de algo simples e inesquecível. De beijos perfeitos, arte e suor. Do cheiro da pele, do gosto do beijo, das palavras, dos carinhos, da intimidade momentânea.

Os dias passaram e a lembrança foi aos poucos caindo no esquecimento. De repente não fiquei com pena de mim, não me achei uma coitadinha e assumi para mim mesma: Sou sim uma colecionadora de momentos. Sou sim. De repente senti um alívio estranho, e parei de fazer planos. Parei de esperar. Apenas parei e encarei meu fantasma de frente.

Descobri o que gosto. Descobri o que quero. Não preciso mais ficar procurando ou me expondo em algum evento por aí. Não participo de disputas, odeio jogos de ciúmes, e se não valer a pena, abandono o jogo antes do final.

Foi uma semana longa. Mas não poderia ter começado de uma maneira tão curiosa como começou. Estou feliz por ter arriscado. Não me sinto voltando para o antes, para o igual. Sei que posso perder novamente, mas entrar de novo no jogo valeu à pena.

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Assisti á um filme muito bom: “P.s: Eu te amo”- Fui às lágrimas, mas valeu à pena.
O filme mostra o verdadeiro sentido da palavra AMOR. É uma lição sobre o mundo dos relacionamentos, faz com que todos parem e pensem sobre coisas que realmente fazem sentido, de repente começamos a achar tudo muito vazio e sem cor e vemos que estamos compactuando para esse mundo de desamor e de ilusão.

Beijos

Lud Figueira

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Regra número 4: Mantenha o foco- Saiba o que você quer!

"Tudo o que quer me dar
É demais
É pesado
Não há paz
Tudo o que quer de mim
Irreais
Expectativas
Desleais"

Vanessa da Mata e Ben Harper- Boa Sorte
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O tempo andou nublado. A previsão anunciou pancadas de chuva e muito frio. Tudo ficou difícil, complicado e sem graça. Como mudar esse cenário? Como tirar o time da zona de rebaixamento? Como começar denovo?

Ficamos perdidos no meio dessa confusão de sentimentos, desse mix de diferenças, dessa novidade... As vontades não estão muito claras, a pressão do outro lado ganha cada vez mais espaço e a mudança fica para outro dia, para outra hora, para outra estação.

Como tentar? O que tentar? Esta sendo oferecido um mundo mais real contra um mundo cheio de parques de diversão, bebidas, saunas e outras coisas que o mundo moderno pode oferecer.

Há um coração disposto a tentar sempre, ele mais parece o time do fluminense, sempre acredita! Mas, não se pode lutar sozinho, tudo tem seu limite.

Está havendo um problema de comunicação, precisamos solucionar o problema. Sugiro que se espere, que se analise e veja se vale a pena permanecer em campo, se vale a pena continuar de onde parou...

Você sabe de verdade o que quer? Não se pode ter tudo, já pensou nos dois lados? Difícil? Se está em dúvida é melhor não decidir nada e ficar no mesmo lugar, sua hora de sair desse ciclo vicioso ainda não chegou.

Estou de volta à realidade.

Beijos
Lud Figueira

Ela representa todas nós

Ela representa todas nós. E percebeu que não precisa desatar nenhum "nó" porque pode muito bem viver só. Ela confessa que nessa ...