quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Reencontros...

Lindo, perfeito, maravilhoso, tudo de bom e, e ponto final. Um beijo e tchau, até qualquer dia, a gente se esbarra por aí, beijo.

Sempre assim. Não adianta você dizer: " Acabou, nunca mais vou ficar com fulano! Chega! Não quero mais ver beltrano..." Mentira!!! Quando você esbarra com a pessoa, vem de não sei onde aquela tremedeira, aquele frio maldito no estômago, aquela falta de palavras, aquele silêncio terrível, aquele calor... Ah! Aquele calor que não se sabe aonde vai parar, quer dizer, bem que sabemos, mas não damos "o braço a torcer"...

Bom, esse negócio de bloquinho, está ficando complicado... Risos! O último final de semana foi marcado por fortes emoções e já estou ansiosa pelo fim dessas festas! Essas surpresas carnavalescas estão rendendoooooo.

Abaixo um desabafo:

"Foi uma demonstração de carinho. Realmente havia esquecido, havia arquivado tudo, mas não adianta, ver e não querer é impossível. Não sei da onde vem tal sentimento descompensado, acelerado, que me impulsiona, me comove, me manipula. Cada reencontro, marca uma fase, marca um momento, marca meu coração. Atuo, danço conforme a música, tiro-o da saia justa e aproveito cada minuto do momento. Sempre tenho vontade de abrir o jogo, colocar cartas na mesa, mas na vez em que fiz isso, fui muito infeliz. De repente seja melhor assim. De repente, é só assim que chegamos a um denominador comum, de repente é só assim que nos entendemos. De repente esse não falar é a chave dessa loucura, o tempero. É avassalador, sem explicação, uma irresistível tentação".

Beijos

Lud Figueira

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