Ainda não caiu a ficha, mas o fato é que amanhã é meu último dia aqui no Brasil. Morar fora deve ser uma experiência alucinante, mas que dá um frio na barriga, isso dá. Ainda mais para alguém como eu, extremamente apegada aos amigos, aos meu avós, ao meu lugar...
Nunca achei que fosse fazer uma loucura dessas. Sempre achei que iria conhecer todos os lugares de repente numa trip com amigos ou com um amor, sei lá... Mas nunca sozinha. Cheguei a conclusão que agora era o momento de fazer essa viagem, uma vez que nada me prende ao Brasil; após me formar entrei forte nessa deliberação de fazer um curso fora. Agora, faltando um dia para eu ir embora, estou com medo e já estou com saudades daqui.
Janeiro, fevereiro e esse pequeno começo de março foram bem agitados. Fiz tudo que queria e não queria antes de viajar, encontrei quem eu queria e quem não queria, chorei, gritei, dançei, dei altas gargalhadas, gostei, detestei, vivi em constante turbilhão de emoções, sustos, surpresas, momentos que não voltarão, únicos, que não tem preço.
Quando achei que já havia passado por tudo, meu coração novamente foi surpreendido. Algumas olhadas, algumas palavras trocadas, beijos descompensados, calor, frio, um momento, um mistério, um desejo, e pronto: Lá estava eu, rendida, nos 42 minutos do segundo tempo, sem saber o que fazer. Mas fui lá, intensa, insana, ansiosa e teimosa. Paguei pra ver.
Logo percebi que dessa vez era diferente. Simplesmente alguém imprevisível, longe de se enquadrar em regras femininas ou em conselhos sentimentais. Alguém metade homem, metade animal. Encontros e desencontros típicos de uma colecionadora de momentos, de alguém que vive entre a sorte e o azar.
É isso. Malas prontas e vamos ver no que vai dar.
Beijos
Lud Figueira
obs: O blog vai continuar lá da Irlanda!
quarta-feira, 4 de março de 2009
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