"Dá o seu gosto de desejo
Dá os seus olhos de menino
Sem regra ou comprometimento
Sem se importar com que for vendo
Nossa sede de liberdade
Eu quero é dançar da forma que me der
A música expondo seu corpo à vontade
Nas incontáveis formas de se divertir
Dá o seu gosto de desejo
Dá o seu beijo despojado
Seus pensamentos mais intensos"
(Delírio- Vanessa da Mata)
Momentos de inspiração.
Calma me freia. Tempo me congela. Mistério me provoca.
Não achei o tom. Não o encontrei. Só vejo no espelho uma jogadora, uma pensadora, que deixa o "adversário", dar as cartas.
Não converso com as palavras ditas. Elas me inibem. O silêncio me afasta cada vez mais. Quando falo, não páro. Mas nada importante, nada inovador, nada relevante.
Estou solta. Nem que eu quisesse me envolver, não conseguiria com tantos espaços. Na verdade, talvez isso seja normal. Mas não consigo ver assim, por mais que eu aparente "aceitar". Quero algo louco, anormal, insano. O outro quer que o tempo lhe mostre o que fazer. É sábio e racional, mas sou radical e emocional, sou dança na chuva, rosa adormecida, ligação perigosa.
O amor não quer cálculos, não quer pensar. O amor age, se movimenta, cria.
O amor é torturante, implacável, verdadeiro, presente e persuasivo. O amor é impulsivo e ansioso.
O amor não sabe esperar.
Beijos
Lud Figueira
sexta-feira, 13 de junho de 2008
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