quarta-feira, 18 de julho de 2018

Você está preparado?

Não. Ninguém está preparado quando se foge do tradicional. Não lidamos bem com críticas e muito mais quando são maldosas. Mas, por que o espanto? Afinal de contas, estamos seguindo o roteiro: Ainda vivemos num mundo muito machista, sem cultura, onde as línguas afiadas para o mal são incansáveis. Devemos parar? Cancelar nossas vontades e projetos por conta de meia dúzia de pessoas mal amadas e cruéis? Devemos entrar para o clube dos invejosos e propagar o mal? Devemos baixar a cabeça e nos sentir culpados? Devemos esquecer do nosso livre arbítrio e seguir a cartilha de vida deles? Devemos entrar para o "chá das cinco" e falar amenidades, onde esperamos um bom "partido" e mantemos uma vida de fachada? É isso?

Muita arrogância. Quem somos nós na fila do pão para julgar alguém. Vivemos num mundo abastado de bundas e peitos andando a vontade nas ruas e se expondo nas redes sociais que, quando alguém faz um trabalho onde a arte usa o corpo como linguagem, as pessoas julgam como se fosse a mesma exposição. E se fosse? Qual é o problema? Expor o seu corpo ou qualquer outra coisa é sinônimo de quê? De vulgaridade? Que mentalidade pequena meus amigos. Que tristeza.

O que define um ser humano, é seu caráter, sua postura, sua educação. Como trabalhei anos com conteúdo adulto, venho bem acostumada com esse tipo de pensamento e ainda me espanto com essa resistência em se abrir para um novo conceito, um novo mundo. Falamos em salvar o país, mas mantemos os mesmos pensamentos e julgamentos. Como esperar resultados diferentes?

Nada mudará enquanto fomos coniventes com essa crueldade humana. Com essa falta de sensatez. Com esse ciclo vicioso de julgar tudo que foge do tradicional.

Agora vamos falar do evento mais famoso da nossa cidade: Carnaval. Como vocês reagiram a mulheres semi-nuas e homens completamentes alucinados de manhã à noite? Eu nunca gostei de carnaval. Confesso que o pouco que eu vi me deixou bem chocada. Não pela falta de roupa mas sim pela postura. Viram a diferença? Não é uma falta de roupa e sim, como você se coloca diante das situações.

Então meus amigos, vamos parar com essa hipocrisia louca e sermos mais humanos. Ninguém é obrigado a nada. Não gosta de algo? É só não ver ou não seguir. Enquanto homens e mulheres continuarem compactuando com essa visão miserável da vida, vão continuar vivendo vidas vazia e solitárias. Façam amor e não guerra.

Beijos
@ludfigueira


terça-feira, 17 de julho de 2018

Tudo que vejo

Vejo arte e poesia num muro abandonado. Vejo no silêncio uma sabedoria curável. Vejo no leva e traz das ondas do mar, conforto. Vejo entrega no abraço. Vejo luz mesmo na escuridão. Vejo amor em poucas palavras. Vejo verdade em almas. Vejo sede de viver no olhar. Vejo lágrimas contando histórias. Vejo portas fechando e janelas se abrindo. Vejo ombro amigo por onde passo. Vejo seres de muita luz ao meu redor. Vejo sorrisos de gratidão. Vejo coração apertado de saudade. Vejo amor em comentários de rede social. Vejo liberdade na prisão do virtual. Vejo encontro de almas em bar. Vejo amizade numa tarde de sol. Vejo sorrisos por todo caminho. Vejo o sol mesmo em dias nublados. Vejo a chuva como um "equilibrar das coisas". Vejo muita criatividade na maluquice que é viver. Vejo esperança em mudanças. Vejo numa folha branca um milhão de possibilidades. Vejo sonhos se tornando realidade. Vejo começos. 

Vejo o melhor dos mundos, pois a maioria das pessoas já vê o "feio" para você.

Nos dias tristes, quando a angústia aperta o peito, quando a dor é insuportável, vejo superação. Quando o medo da solidão chega sem avisar, deixo-o entrar para ver até onde posso me conhecer. Quando a decepção me acha, vejo perdão. Quando me exponho, procuro ver os abraços e não os julgamentos. 

Para ver o lado belo, precisa ver o feio. Para ser feliz, precisa ver a tristeza. Só assim paramos de gastar tempo observando apenas o ruim. E darmos valor ao que realmente importa.


O que você vê?

Beijos
@ludfigueira

Crônica da madrugada

"Foi o olhar. O olhar dele não só me despediu diversas vezes como falou comigo. Ele jogou e mal sabia que eu possuía uma total fascinação por jogos e, de certa forma, isso me atraiu. Ele fora descuidado no início. Mas eu o perdoei, pois ele ainda não sabia com quem estava lidando. Afinal, eu poderia ser uma de suas "presas". Ele precisou jogar algumas iscas para ver quem eu era ou aonde eu cederia. Após incansáveis balas perdidas em minha direção, ele recuou. Rapidamente, percebi e busquei uma nova estratégia. Mal sabia ele que havia conseguido minha atenção. Era a minha vez de observá-lo e de saber qual era seu jogo. Precisava que ele saísse de campo para eu entrar. Com ele fora, pude cuidadosamente estabelecer uma conversa. Havia uma forte tensão sexual no ar: Enquanto ele narrava suas aventuras profissionais pelo mundo, eu perdia o foco imaginando sua respiração percorrendo cada canto do meu corpo. Mas, antes de me perder totalmente em meus pensamentos, voltava antes que ele se desse conta do que estava acontecendo. Afinal, minha intensidade não é compreendida por todos. A comida chegou e precisei trocar de lugar. Agora, ao invés de estar em frente a ele, estava ao seu lado. Os sentidos estavam mais fortes e, para minha surpresa, ele voltou ao jogo. Deixei alguma ponta solta. Ele percebeu meu interesse e retomamos. Ele entendeu que estava acontecendo alguma coisa, mas ainda não sabia como conseguir um placar positivo. Eu comecei a esquivar novamente mas, segurei os olhares e mostrei que a minha classe supera qualquer adversário. Eu esperei todos estarem envoltos com debates na mesa do bar e, me levantei para ir o banheiro. Ao sair, sabia que teria um olhar intrigante me esperando. Banheiros feminino e masculino de bar são sempre muito próximos, ocasionando um encontro com poucas opções de fuga. Nos esbarramos, nos encaramos e ele disse:" Eu não tenho limites. Não sei parar". Abri um sorriso, voltei meu olhar para ele e disse: "Não penso em parar". Ele pressionou seu corpo contra o meu, colocou seus lábios próximos aos meus, onde pude sentir sua respiração rápida, como se estivesse se controlando, como se soubesse que se desse o primeiro passo não conseguiria parar. Ficamos nos encarando por alguns segundos, até que eu me movimentei para a saída. Ao virar as costas, antes que eu conseguisse comemorar vitória por ter conseguido resistir à forte tentação, ele puxa meu braço, me enlaça pela cintura, me põe contra parede e me beija. Irracionalmente eu acendo aquela explosão e me entrego, quase como um cessar fogo. Não me lembro o tempo daquela troca energética. Lembro que paramos, ainda tentando controlar a respiração e os batimentos acelerados e, assumindo o controle total, ele pegou o celular, digitou alguma coisa e me disse: "Você recebeu uma mensagem, estou voltando para a mesa". Quando olho meu celular, ele havia me mandado a seguinte mensagem: " Me encontre nesse endereço daqui a 30 min". Voltei para a mesa e o observei se despedindo de todos. Contribui com a cena, nos despedimos e eu mal consegui conter a excitação de encontrar um jogador com uma forma tão imprevisível e maliciosamente provocante de jogar. Esperei um tempo e me despedi de todos, sem levantar suspeitas. Entrei no carro rumo ao endereço na mensagem. Vejo a porta encostada, entro e a porta atrás de mim se fecha e, sem que eu pudesse fazer nada, sou neutralizada e entregue a conhecer a falta de limites de uma noite que estava apenas começando.

Beijos
@ludfigueira








sábado, 14 de julho de 2018

E se eu fosse você

 Ah! Se eu fosse você...

Talvez eu fosse artista. Talvez eu falasse menos. Talvez eu usasse mais calça. Talvez até viajasse para Dubai. Talvez eu começasse a fazer algum esporte. Talvez eu fizesse uma tatuagem ou até fechasse o braço. Talvez eu fizesse umas fotos sensuais. Talvez eu desse um beijo numa garota, ou quem sabe duas. Talvez eu me mudasse para Berlim ou Austrália. Talvez eu pintasse o cabelo de azul ou fizesse umas mechas coloridas. Talvez eu fosse estudar francês ou chinês. Talvez eu me tornasse vegana. Talvez eu começasse outra faculdade. Talvez eu ouvisse mais mpb ou jazz. Talvez eu tivesse um filho ou adotasse.Talvez eu comprasse uma casa na praia ou quem sabe na serra. Talvez eu escrevesse um livro. Talvez eu aprendesse a pilotar um avião ou quem sabe me tornasse uma astronauta. Talvez eu dissesse mais "eu te amo". Talvez eu julgasse menos os outros. Talvez eu escalasse o monte Everest. Talvez eu fizesse um retiro espiritual na Índia. Talvez eu inventasse a cura para o Câncer. Talvez eu fosse me candidatar a presidente. Talvez eu corresse uma maratona. Talvez eu fosse a um show de rock. Talvez eu fosse diferente... Ou não. Quem sabe? Mas, eu não sou você.

Já repararam como nos preocupamos com a vida dos outros? Quando olhamos para a vida dos outros, enxergamos um milhão de possibilidades, achamos até fácil qual caminho escolher. E, quando olhamos para a nossa vida, parece que não há caminho a seguir. Que engraçado, né? Será que não estamos deixando de pensar em nós ao invés de pensar pelos outros ou como os outros pensariam?

Cada um de nós está aqui por algum motivo. E, todos temos o livre arbítrio de escolher ser quem quiser. E isso é maravilhoso. Olha quantas possibilidades temos de ser feliz? Já parou para pensar que enquanto você está aí vendo a vida do outro a sua está passando?

Legal mesmo é a gente fazer e pensar em como podemos tornar nossa passagem por aqui significativa e menos penosa. E, a gente pode ser quem quiser! Isso é o mais incrível.

Se eu fosse você, eu seria como eu.

Beijos,

@ludfigueira


sexta-feira, 13 de julho de 2018

Sobre a Vingança...



Sobre a vingança...

É aquela que você surpreende até mesmo o destino. E aquela que você conta com um dose de ousadia e coragem. Onde a classe supera as expectativas e deixa os inimigos sem saber como agir. Será?

A palavra vingança traz muitos sentimentos ruins. E, a sensação é que nunca termina bem. E de fato, não termina bem e, no final das contas, não vale a pena. Te ilude com alguns ganhos, porém as perdas são sempre maiores e mais sofridas.

A vida costuma ser sábia e, assim como a natureza, ela prega o equilíbrio natural das coisas. Todos, num determinado momento, arcamos com as consequências de nossas ações. Sejam elas boas ou ruins. A conta sempre chega.

Acredito que não precisamos dessa energia negativa em nossas vidas. Mesmo que algo de muito ruim tenha sido feito contra nós, devemos nos manter firmes que, em algum momento, aquele mal que nos foi submetido, fará o caminho de volta e nós seguiremos em paz.

Cada um é responsável por aquilo que faz. E, por mais que você fuja, ou negue algo, sua consciência não lhe deixa esquecer. Então, na dúvida, deixe que a vida se encarregue de dar as lições.


Siga um caminho do bem, enfrente os obstáculos da vida de cabeça erguida e espante os pensamentos ruins e sentimentos negativos. Mesmo que você esteja vivendo dias sombrios, tente sempre se reconectar com seu interior, sua real essência e lembrar de coisas que aquecem seu coração. Não, não é nada fácil. Mas se você acreditar que o bem é sempre melhor que o mal, seus momentos ruins não permanecerão por muito tempo. E sua "sede de justiça" será entregue ao universo, sem que você precise fazer nada. E, você estará novamente de bem com a vida.

Vingança alguma vale a pena.

Beijos
@ludfigueira

Menos Drama!



Porque temos o hábito de "super valorizar" todos os sentimentos? Já repararam como tudo em nossa vida, por mais simples que seja, acaba se tornando uma grande "bad"? Se pararmos para pensar estamos mais para uma coluna de "A Vida Como Ela é " de Nelson Rodrigues do que para "Dramalhões Mexicanos".

Verdade seja dita: Nos acostumamos a um bom drama. Que nem aquele cafezinho seguido de um cigarro. Virou um hábito sofrer. Ou, se não há um motivo para sofrer, logo arranjamos um. De repente, a roda de bar virou um verdadeiro consultório sentimental onde o vilão ilude a mocinha. O motorista de uber virou uma espécie de vidente onde já sabia que o Brasil estava fadado a perder a copa e na fila do banco, somos lembrados que é ano de eleição e não há salvação para nenhum de nós. Brincadeiras à parte, não podemos negar que há um drama real com a situação do nosso país. Mas, no geral, fazemos qualquer assunto virar um grande drama.

A questão é que nos acostumamos a ver muito mais do que realmente é na verdade. O exemplo do bar chega a ser clichê. Tentando não levar as coisas para o lado extremista, não tem essa de vilão e mocinha; somos todos vilões e mocinhos nessa história. Um finge comprar a história do outro e na realidade, a gente se engana por que manter uma certa ilusão aquece o coração. Talvez por isso, não vejo a necessidade de fazermos disso um drama épico - Já era algo que Nelson Rodrigues relatava, num cenário anos 50: Com adultério, amor não correspondido, muito sexo e, vontade de casar. O que não deixa muito a desejar nos dias atuais.

Claro que dói quando esperamos mais que o outro pode nos dar. Claro que ficamos chateados pelo Brasil não trazer a taça. Claro que gostaríamos de acreditar que essas eleições vão mudar o país. Mas, não dar certo é "tudo bem" também. São apenas situações "ruins" que já se tornaram comuns e (na maioria das vezes) esperadas por todos. Porém super valorizamos onde dificilmente os resultados mudarão ( bom, talvez o Brasil tivesse mesmo uma chance contra a Bélgica). "Puxa, perdemos a copa". Triste mas, tentamos daqui a 4 anos outra vez e, com certeza foi melhor do que aquele jogo contra a Alemanha (ao invés de nos deprimir e dramatizar, poderíamos ficar felizes pelos jogos que ganhamos e torcer para a próxima copa, bem olhar de "Pollyanna e seu jogo do contente").

O Brasil está atravessando uma crise horrível, mas precisamos acreditar que algo de bom vai acontecer, senão vamos passar o resto da vida lamentando e reclamando. O mesmo eu digo sobre as relações hoje: A era digital resolveu o meio de campo e trouxe praticidade e agilidade nas negociações no "jogo do amor" e, também, intensificaram os dramas por conta da falta de sentimentos e pela frieza e superficialidade que tratamos as relações. O que faz com que voltemos a questão de pararmos de nos importar com situações que não mudam ou, não pretendem mudar. Saber se você vai continuar no drama ou vai mudar a forma como você encara as situações é que vai lhe trazer algum resultado diferente.

Super valorização é igual a gasto de energia, dor de cabeça e reclamação. Menos drama é igual a aproveitamento melhor do tempo e conversas mais animadas no bar. Não estou trazendo uma fórmula matemática, apenas tentando amenizar situações onde essa super valorização dos sentimentos já fazem parte do nosso cotidiano e, ainda sim sofremos.

Que tal mudar de estação e descobrir "novas músicas" onde o drama talvez tenha seu valor?

Beijos
@ludfigueira


quarta-feira, 11 de julho de 2018

Um novo capítulo





Após tantos anos sem uma palavra escrita, acho que devo um pedido de desculpas antes de começar. Aconteceu tanta coisa, que talvez não consiga lhe atualizar de todas as aventuras e desventuras que vivi, do tanto que amei, do quando mudei, do quanto chorei, do quanto cai e levantei, de quantos sorrisos dei, do medo que senti, de tantas escolhas feitas, do quanto renunciei, do quanto me entreguei, do quanto aprendi e errei, de tudo que experimentei, de quantas pessoas entraram e saíram da minha vida e, de quantas permaneceram. E o mais importante: De quantos ciclos se encerraram e começaram. É, muita coisa aconteceu.

Em todas essas experiências, há algo em comum. Estive completamente nua, exposta, entregue. A intensidade tem disso: Se vive tudo ou nada, no limite e além, e, se experimenta os sentimentos à flor da pele. No final das contas, você percebe que a arte de viver é exatamente essa: Estar vivo é lidar com todos esses sentimentos e conseguir enxergar a beleza dos dias que passaram e ainda manter a esperança do muito mais que estar por vir.

E, nada melhor para nos mover do que a sede desse “muito mais que estar por vir”. Imaginar quantas possibilidades existem para cada um de nós, quantas vidas viver em apenas um só corpo, quantas formas de felicidade ainda temos para descobrir, quantas sensações ainda iremos sentir e quanta dor somos capazes de suportar... Nos damos conta que queremos muito para uma só vida. E, seja qual caminho escolhermos, a intenção é apenas uma: Viver o máximo que pudermos.

Foi assim que escolhi viver. E, fui muito feliz e, também experimentei meus momentos de infelicidade. Mas, quando pus tudo na balança, valeu a pena. Essa é a sensação: Tudo valeu a pena.

Agora, me preparo para mais um recomeço, um novo ciclo, um novo capítulo. A sensação de poder começar algo novo é completamente assustador. Mas, ao mesmo tempo, é excitante e mágico. O medo segue para nos mantermos corajosos na jornada e a gentileza para nos mostrar que, com ela, tudo podemos.

Quando um ciclo se encerra, precisamos viver esse “fim”. Antes de nos aventurarmos em um novo começo, há uma necessidade de uma reflexão, uma limpeza no coração, um descanso na mente, uma busca pelos “porquês” da vida, um entendimento pelo que passou. Pelo menos para mim, há sempre uma necessidade de isolamento, de reclusão. É como se eu precisasse de um tempo longe de tudo e todos para me reconectar com o meu “próprio eu”, minha essência, ouvir meu interior. E, digo por experiência própria, é sempre muito sofrido, enlouquecedor e sempre esclarecedor. Durante esse processo, onde me encontro comigo mesma, vou fundo em minhas emoções: Esqueço o paraquedas e me jogo. Vou fundo na dor, vivo o drama do “fim”, entro na nostalgia, no drama em questão. Sem paliativos, sem muletas. Depois, consigo respirar. Consigo abandonar as lágrimas, consigo levantar. Ainda há dor, mas ela sede espaço para a força que habita em nós para continuarmos nosso caminho. E, é nesse momento que começamos a entender aonde foi que erramos, qual foi nossa parcela de culpa nesse “tal fim”; por que não se enganem: Sempre temos a nossa parcela de responsabilidade. Seja no que for. Após isso, damos início à jornada da “cura”.

Com as emoções no controle, voltamos à realidade e aos testes que a vida nos aplica. E, na maioria das vezes, vemos que ainda não estamos preparados para essa volta à realidade. E tudo bem. Porque somos humanos e não há uma matemática para isso: Lidamos com o problema, resolvemos a equação e tentamos voltar quando nos sentirmos melhor e vai ficar tudo bem, porque no final, fica tudo bem.

E, quando passamos por todos os testes e continuamos de pé, quando a saudade segue indolor, quando novas emoções surgem, quando o brilho do nosso olhar volta, quando os sorrisos nos consomem mais que a dor, aí sim: Estamos preparados para escrever um novo capítulo.

Se prepare para mais uma nova aventura!

Beijos
@ludfigueira






Ela representa todas nós

Ela representa todas nós. E percebeu que não precisa desatar nenhum "nó" porque pode muito bem viver só. Ela confessa que nessa ...